Uma das mais importantes dicas de saúde: conheça o seu histórico familiar para compreender os riscos e prevenir problemas hereditários.
Os exames preventivos seriam os mesmos para todo mundo, durante a mesma faixa etária, se não tivéssemos o parâmetro da nossa família sobre quais doenças corremos mais riscos de adquirir.
O Dr. Rafael Castilho Pinto, médico Coordenador do Centro Integrado de Prevenção do Câncer da Clinionco, faz uma importante observação quando diz que é preciso esclarecer que exames preventivos são, por definição, para pacientes assintomáticos.
“Eles são recomendados por riscos relativos da população, isto é, a partir de qual idade o risco de ter um tumor começa a aumentar que justifique fazer exame em toda a população assintomática”, explica.
E lembra que também existem pacientes assintomáticos que têm um risco específico e devem começar a fazer prevenção antes que os demais da população geral (exemplo: fumantes, pessoas com história familiar de determinados tumores ou doenças que aumentem a predisposição ao câncer).
Qual exame detecta qual tumor ou alteração
Muito se diz sobre fazer exames preventivos, mas quase nunca quais. Recorremos ao Dr. Rafael para esclarecer esta questão. Os exames que detectam o câncer são de vários tipos e podem variar de dependendo do grupo de risco do paciente.
Por exemplo: a mamografia é o exame para toda a população, mas grupos de risco podem realizar outros exames também como ressonância magnética ou ecografia mamária. Nos casos de fumantes pesados, pode ser indicada uma tomografia do tórax, a partir dos 40 anos, e, em fumantes leves, mais tarde ou só um raio-x de tórax.
O exame para prevenção e detecção precoce do colo do útero citopatológico é o conhecido papanicolau. Por isso, a consulta periódica com o ginecologista é tão importante.
Já o exame de sangue da próstata, o PSA (Antígeno Prostático Específico), não faz o diagnóstico, mas sugere quem deve fazer uma ecografia com biópsia da próstata que é o exame que faz o diagnóstico.
No intestino, a colonoscopia é o exame que pode diagnosticar tanto os pólipos (lesões pré-malignas) como os tumores.
A mamografia é o exame que sugere fortemente o diagnóstico de câncer, mas ele deve ser confirmado por uma biópsia da lesão encontrada.
Para detectar tumores em idade mais precoce, que na qual se iniciam as prevenções recomendadas para a população geral, é importante que o paciente preste atenção em sintomas ou sinais de alteração no seu organismo. Por exemplo, sangramento nas fezes para o intestino, nódulo no seio para mama, dificuldade para urinar na próstata. Além disso, saber se ele não pertence a algum grupo de risco específico, que pode indicar o início das consultas preventivas mais cedo.
E o Dr. Rafael conclui: O mais importante é que, na dúvida, as pessoas devem procuram um médico de um centro de prevenção. Este vai orientá-las sobre qual a época mais adequada para realizar os exames e quais os hábitos de vida como: alimentação, atividade física, etc. Isso pode diminuir muito o risco de ter um câncer no futuro.
*Rafael Castilho Pinto, médico Coordenador do Centro Integrado de Prevenção do Câncer da Clinionco.
11 de fev. de 2012
7 de fev. de 2012
Unicamp inicia campanha inédita de prevenção do câncer de intestino grosso
Em iniciativa inédita no país, a Unicamp abre nesta quarta-feira, 8, uma campanha de prevenção do câncer de intestino grosso, oferecendo o Teste de Pesquisa de Sangue Oculto nas Fezes para pessoas da comunidade com 50 anos de idade ou mais. Aproximadamente 6.000 funcionários docentes e não docentes e alunos encontram-se nessa faixa etária. Num piloto da campanha realizado no segundo semestre de 2011, o teste foi disponibilizado para 378 indivíduos de cinco unidades da Universidade.
Dentre os 206 que aceitaram realizá-lo, 28 apresentaram resultado positivo (13%), com diagnóstico de pólipos (lesões) no intestino ou câncer em fase inicial.
O professor Cláudio Coy, coordenador do Gastrocentro da Unicamp, alerta que o câncer de intestino grosso (cólon e reto) é muito frequente nos dias atuais, surgindo como o segundo de maior incidência na mulher (depois da mama) e terceiro no homem (depois de próstata e pulmão). “Entretanto, não existe uma campanha de saúde pública voltada para a sua prevenção, tal como existe para os cânceres de mama e próstata, ou contra o tabagismo que afeta os pulmões”, lamenta o médico. “Essa campanha vai beneficiar nossa comunidade e pode servir como um piloto, por exemplo, para secretarias de saúde.”
O professor Roberto Teixeira Mendes, coordenador do Cecom, cuja equipe cuidou do planejamento da campanha, informa que o material para o teste será distribuído a partir de quarta-feira (e recolhido no dia 14), começando pela Reitoria, Pró-Reitorias, DGRH, Prefeitura, Secretaria Geral, AFPU, CGU e Gastrocentro, num cronograma que segue até novembro. “Dividimos o campus em ‘fatias’, cada uma tendo entre 400 e 500 pessoas acima dos 50 anos. A estratégia é procurar unidade por unidade para expor os propósitos do programa e informar sobre datas de coleta e do resultado do exame. O Gastrocentro já garantiu boa parte dos exames complementares, como a colonoscopia.”
Segundo Cláudio Coy, o câncer de intestino tem a característica de se desenvolver a partir de lesões benignas, os pólipos, cuja remoção implica uma efetiva prevenção contra o aparecimento da doença. “Ocorre que os pólipos têm crescimento lento e os sintomas são percebidos tardiamente, pegando de surpresa as pessoas que não estão informadas. Por isso, cada vez mais, vemos casos avançados”, explica, acrescentando que se trata do segundo tumor que mais leva ao óbito. “Mas o prognóstico é muito bom quando tratado em fase inicial, com a cura do indivíduo sem que sofra os efeitos de uma quimioterapia ou radioterapia.”
Dentre os 13% de resultados positivos registrados no piloto da campanha, 60% eram de lesões pequenas, mas com potencial para se transformar em câncer, e 40% de lesões avançadas – destes, dois indivíduos precisarão de tratamento cirúrgico, enquanto que nos demais o tratamento poderá ser feito através da colonoscopia. “Na fase assintomática do câncer de intestino, a sobrevida fica entre 80% e 90%. Já na fase sintomática, o índice cai para menos de 50%, sem esquecer que esses pacientes se submeteram a cirurgia, quimioterapia, radioterapia e precisarão de acompanhamento pelo resto da vida. Daí a importância do diagnóstico precoce”, reitera o coordenador do Gastrocentro.
Programa perene
Cláudio Coy ressalta que o programa não se restringe à mera distribuição de kits, prevendo orientações, exames, acompanhamento e tratamento de possíveis pacientes. “O propósito é oferecer uma cobertura completa, não é uma atividade para durar alguns meses: no ano seguinte voltaremos a fazer o mesmo e a expectativa é de que a adesão aumente com a continuidade. No piloto do programa, a adesão foi superior a 50%, que considero boa para uma primeira experiência. Prevalecendo este índice para o restante da Universidade, e também a positividade de 13%, devemos identificar mais de 200 casos. Assim como na prevenção contra o câncer de próstata, existe a questão do preconceito, mas diante do enorme benefício, não há por que não fazer o exame.”
Ainda de acordo com o especialista, há duas ou três décadas havia muito mais casos de câncer de estômago que de intestino, quadro que se inverteu por conta de hábitos adquiridos na vida moderna. “Fatores ambientais são responsáveis pelo aumento da incidência: tabagismo, ingestão de alimentos industrializados e pouca ingestão de fibras, carne vermelha, falta de atividade física, a correria que impede a pessoa de cozinhar e de almoçar em casa com a família. Em países europeus, onde esses testes são feitos regularmente, há uma redução altíssima da mortalidade por esse tipo de tumor. Já os Estados Unidos apresentam grande incidência e pagam um custo elevadíssimo pelo tratamento desses pacientes.”
Foco na saúde coletiva
À frente do Cecom desde setembro de 2009, Roberto Teixeira Mendes considera que outros resultados da campanha de prevenção ao câncer de intestino virão do trabalho de conscientização, como em relação a alimentação, ingestão de água e atividades físicas. “Um efeito positivo é a difusão da cultura do autocuidado, com a série de informações que o indivíduo vai receber. Já numa passagem anterior pelo Cecom, tive (e tenho) a impressão de um serviço de atendimento ainda muito focado na consulta, no caso a caso das procuras espontâneas, sem causar impacto real na saúde coletiva da Universidade – o que acredito ser a vocação maior de toda unidade básica de saúde.”
Nesse sentido, Teixeira Mendes vem priorizando em sua gestão a implantação de programas de promoção da saúde, prevenção de doenças e diagnóstico precoce, atingindo grupos da comunidade. “Já realizamos uma série de atividades, como de incentivo a exercícios físicos, mudança de hábitos alimentares, oferecimento de exames clínicos (colesterol, glicemia, toque retal), vacinação, tudo o que o Cecom tem condições de oferecer em termos de ação coletiva. Tudo é pensado com as unidades: elas apontam suas maiores preocupações, que são mediadas por parâmetros nossos (faixa etária, IMC, dados de saúde ocupacional), criando-se um menu de atividades.”
Dentre os 206 que aceitaram realizá-lo, 28 apresentaram resultado positivo (13%), com diagnóstico de pólipos (lesões) no intestino ou câncer em fase inicial.
O professor Cláudio Coy, coordenador do Gastrocentro da Unicamp, alerta que o câncer de intestino grosso (cólon e reto) é muito frequente nos dias atuais, surgindo como o segundo de maior incidência na mulher (depois da mama) e terceiro no homem (depois de próstata e pulmão). “Entretanto, não existe uma campanha de saúde pública voltada para a sua prevenção, tal como existe para os cânceres de mama e próstata, ou contra o tabagismo que afeta os pulmões”, lamenta o médico. “Essa campanha vai beneficiar nossa comunidade e pode servir como um piloto, por exemplo, para secretarias de saúde.”
O professor Roberto Teixeira Mendes, coordenador do Cecom, cuja equipe cuidou do planejamento da campanha, informa que o material para o teste será distribuído a partir de quarta-feira (e recolhido no dia 14), começando pela Reitoria, Pró-Reitorias, DGRH, Prefeitura, Secretaria Geral, AFPU, CGU e Gastrocentro, num cronograma que segue até novembro. “Dividimos o campus em ‘fatias’, cada uma tendo entre 400 e 500 pessoas acima dos 50 anos. A estratégia é procurar unidade por unidade para expor os propósitos do programa e informar sobre datas de coleta e do resultado do exame. O Gastrocentro já garantiu boa parte dos exames complementares, como a colonoscopia.”
Segundo Cláudio Coy, o câncer de intestino tem a característica de se desenvolver a partir de lesões benignas, os pólipos, cuja remoção implica uma efetiva prevenção contra o aparecimento da doença. “Ocorre que os pólipos têm crescimento lento e os sintomas são percebidos tardiamente, pegando de surpresa as pessoas que não estão informadas. Por isso, cada vez mais, vemos casos avançados”, explica, acrescentando que se trata do segundo tumor que mais leva ao óbito. “Mas o prognóstico é muito bom quando tratado em fase inicial, com a cura do indivíduo sem que sofra os efeitos de uma quimioterapia ou radioterapia.”
Dentre os 13% de resultados positivos registrados no piloto da campanha, 60% eram de lesões pequenas, mas com potencial para se transformar em câncer, e 40% de lesões avançadas – destes, dois indivíduos precisarão de tratamento cirúrgico, enquanto que nos demais o tratamento poderá ser feito através da colonoscopia. “Na fase assintomática do câncer de intestino, a sobrevida fica entre 80% e 90%. Já na fase sintomática, o índice cai para menos de 50%, sem esquecer que esses pacientes se submeteram a cirurgia, quimioterapia, radioterapia e precisarão de acompanhamento pelo resto da vida. Daí a importância do diagnóstico precoce”, reitera o coordenador do Gastrocentro.
Programa perene
Cláudio Coy ressalta que o programa não se restringe à mera distribuição de kits, prevendo orientações, exames, acompanhamento e tratamento de possíveis pacientes. “O propósito é oferecer uma cobertura completa, não é uma atividade para durar alguns meses: no ano seguinte voltaremos a fazer o mesmo e a expectativa é de que a adesão aumente com a continuidade. No piloto do programa, a adesão foi superior a 50%, que considero boa para uma primeira experiência. Prevalecendo este índice para o restante da Universidade, e também a positividade de 13%, devemos identificar mais de 200 casos. Assim como na prevenção contra o câncer de próstata, existe a questão do preconceito, mas diante do enorme benefício, não há por que não fazer o exame.”
Ainda de acordo com o especialista, há duas ou três décadas havia muito mais casos de câncer de estômago que de intestino, quadro que se inverteu por conta de hábitos adquiridos na vida moderna. “Fatores ambientais são responsáveis pelo aumento da incidência: tabagismo, ingestão de alimentos industrializados e pouca ingestão de fibras, carne vermelha, falta de atividade física, a correria que impede a pessoa de cozinhar e de almoçar em casa com a família. Em países europeus, onde esses testes são feitos regularmente, há uma redução altíssima da mortalidade por esse tipo de tumor. Já os Estados Unidos apresentam grande incidência e pagam um custo elevadíssimo pelo tratamento desses pacientes.”
Foco na saúde coletiva
À frente do Cecom desde setembro de 2009, Roberto Teixeira Mendes considera que outros resultados da campanha de prevenção ao câncer de intestino virão do trabalho de conscientização, como em relação a alimentação, ingestão de água e atividades físicas. “Um efeito positivo é a difusão da cultura do autocuidado, com a série de informações que o indivíduo vai receber. Já numa passagem anterior pelo Cecom, tive (e tenho) a impressão de um serviço de atendimento ainda muito focado na consulta, no caso a caso das procuras espontâneas, sem causar impacto real na saúde coletiva da Universidade – o que acredito ser a vocação maior de toda unidade básica de saúde.”
Nesse sentido, Teixeira Mendes vem priorizando em sua gestão a implantação de programas de promoção da saúde, prevenção de doenças e diagnóstico precoce, atingindo grupos da comunidade. “Já realizamos uma série de atividades, como de incentivo a exercícios físicos, mudança de hábitos alimentares, oferecimento de exames clínicos (colesterol, glicemia, toque retal), vacinação, tudo o que o Cecom tem condições de oferecer em termos de ação coletiva. Tudo é pensado com as unidades: elas apontam suas maiores preocupações, que são mediadas por parâmetros nossos (faixa etária, IMC, dados de saúde ocupacional), criando-se um menu de atividades.”
2 de fev. de 2012
Juntos é possível combater o câncer
O Dia Mundial Contra o Câncer é comemorado no próximo dia 4. No mundo todo, a data é uma oportunidade de chamar atenção sobre medidas de prevenção e de combate à doença. “Juntos é possível” é o tema da campanha da União Internacional de Combate ao Câncer (UICC) para a data este ano. Como membro da instituição, a Fundação do Câncer (www.cancer.org.br) repete o slogan para chamar atenção para a causa no Brasil.
Para o Superintendente da Fundação do Câncer, Jorge Alexandre Cruz, o tema utilizado pela UICC resume a filosofia da Fundação. “Em mais de 20 anos de atuação, nossos esforços têm sido no sentido de conscientizar as pessoas de que, somente com a participação de todos, será possível ao Governo e organizações da sociedade civil trabalhar para reduzir o número de mortes pela doença”.
Segundo a UICC, a cada ano mais de 12,7 milhões de pessoas recebem diagnóstico de câncer e 7,6 milhões de pessoas morrem vítimas da doença. E a previsão, caso mão sejam adotadas ações eficazes, é de que o número de novos casos em todo o mundo cheguem a 26 milhões e 17 milhões de mortes até 2030, principalmente em função do crescimento da incidência da doença em países de baixa e média renda. No Brasil, o câncer já é a segunda causa de morte e a previsão é de mais de 500 mil novos casos este ano.
A campanha da Fundação do Câncer
As redes sociais têm sido uma das principais plataformas da Fundação do Câncer para conscientizar as pessoas sobre a necessidade de adoção de hábitos saudáveis - que incluem alimentação balanceada, prática de atividades físicas regulares, e excluem o cigarro e o álcool – e para a arrecadação de recursos. Muitas empresas têm sido parceiras da Fundação com patrocínio a pesquisas e grandes eventos de mobilização, como o show e a corrida Com você, pela vida.
“Precisamos muito de patrocínio de empresas, mas também de doadores individuais. Para isso, reforçamos ações no Facebook e Twitter - ótimos veículos para conscientização sobre hábitos saudáveis. Nosso objetivo é ajudar as pessoas a tomarem medidas de prevenção e ter uma vida mais saudável e longa”, explica Claudia Gomes, Assessora de Comunicação da Fundação do Câncer.
Confira abaixo as principais dicas (*) para se proteger do câncer:
1. Pare de fumar! Esta é a regra mais importante para prevenir o câncer.
2. Uma alimentação saudável pode reduzir as chances de câncer em pelo menos 40%. Coma mais frutas, legumes, verduras, cereais e menos alimentos gordurosos, salgados e enlatados. Sua dieta deveria conter diariamente, pelo menos, cinco porções de frutas, verduras e legumes. Dê preferência às gorduras de origem vegetal como o azeite extra virgem, óleo de soja e de girassol, entre outros, lembrando sempre que não devem ser expostas a altas temperaturas. Evite gorduras de origem animal (leite e derivados, carne de porco, carne vermelha, pele de frango etc) e algumas gorduras vegetais como margarinas e gordura vegetal hidrogenada.
3. Evite ou limite a ingestão de bebidas alcoólicas. Os homens não devem tomar mais do que dois drinks por dia, enquanto as mulheres devem limitar este consumo a um drink. Além disso, pratique atividades físicas moderadamente durante pelo menos 30 minutos, cinco vezes por semana.
4. É aconselhável que homens, entre 50 e 70 anos, na oportunidade de uma consulta médica, orientem-se sobre a necessidade de investigação docâncer da próstata.
5. Os homens acima de 45 anos e com histórico familiar de pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos devem realizar consulta médica para investigação de câncer da próstata.
6. As mulheres, com 40 anos ou mais, devem realizar o exame clínico das mamas anualmente. Além disto, toda mulher, entre 50 e 69 anos, deve fazer uma mamografia a cada dois anos. As mulheres com caso de câncer de mama na família (mãe, irmã, filha etc, diagnosticados antes dos 50 anos), ou aquelas que tiverem câncer de ovário ou câncer em uma das mamas, em qualquer idade, devem realizar o exame clínico e mamografia, a partir dos 35 anos de idade, anualmente.
7. As mulheres com idade entre 25 e 59 anos devem realizar exame preventivo ginecológico. Após dois exames normais seguidos, deverá realizar um exame a cada três anos. Para os exames alterados, deve-se seguir as orientações médicas.
8. É recomendável que mulheres e homens, com 50 anos ou mais, realizem exame de sangue oculto nas fezes, a cada ano (preferencialmente), ou a cada dois anos.
9. No lazer, evite exposição prolongada ao sol, entre 10h e 16h, e use sempre proteção adequada como chapéu, barraca e protetor solar. Se você se expõe ao sol durante a jornada de trabalho, procure usar chapéu de aba larga, camisa de manga longa e calça comprida.
10. Realize diariamente a higiene oral (escovação) e consulte o dentista regularmente
(*) Fonte: Instituto Nacional de Câncer - Inca
Quem quiser fazer uma doação para Fundação do Câncer e ajudar a salvar milhares de vida, pode fazê-lo pelo site www.cancer.org.br
Para o Superintendente da Fundação do Câncer, Jorge Alexandre Cruz, o tema utilizado pela UICC resume a filosofia da Fundação. “Em mais de 20 anos de atuação, nossos esforços têm sido no sentido de conscientizar as pessoas de que, somente com a participação de todos, será possível ao Governo e organizações da sociedade civil trabalhar para reduzir o número de mortes pela doença”.
Segundo a UICC, a cada ano mais de 12,7 milhões de pessoas recebem diagnóstico de câncer e 7,6 milhões de pessoas morrem vítimas da doença. E a previsão, caso mão sejam adotadas ações eficazes, é de que o número de novos casos em todo o mundo cheguem a 26 milhões e 17 milhões de mortes até 2030, principalmente em função do crescimento da incidência da doença em países de baixa e média renda. No Brasil, o câncer já é a segunda causa de morte e a previsão é de mais de 500 mil novos casos este ano.
A campanha da Fundação do Câncer
As redes sociais têm sido uma das principais plataformas da Fundação do Câncer para conscientizar as pessoas sobre a necessidade de adoção de hábitos saudáveis - que incluem alimentação balanceada, prática de atividades físicas regulares, e excluem o cigarro e o álcool – e para a arrecadação de recursos. Muitas empresas têm sido parceiras da Fundação com patrocínio a pesquisas e grandes eventos de mobilização, como o show e a corrida Com você, pela vida.
“Precisamos muito de patrocínio de empresas, mas também de doadores individuais. Para isso, reforçamos ações no Facebook e Twitter - ótimos veículos para conscientização sobre hábitos saudáveis. Nosso objetivo é ajudar as pessoas a tomarem medidas de prevenção e ter uma vida mais saudável e longa”, explica Claudia Gomes, Assessora de Comunicação da Fundação do Câncer.
Confira abaixo as principais dicas (*) para se proteger do câncer:
1. Pare de fumar! Esta é a regra mais importante para prevenir o câncer.
2. Uma alimentação saudável pode reduzir as chances de câncer em pelo menos 40%. Coma mais frutas, legumes, verduras, cereais e menos alimentos gordurosos, salgados e enlatados. Sua dieta deveria conter diariamente, pelo menos, cinco porções de frutas, verduras e legumes. Dê preferência às gorduras de origem vegetal como o azeite extra virgem, óleo de soja e de girassol, entre outros, lembrando sempre que não devem ser expostas a altas temperaturas. Evite gorduras de origem animal (leite e derivados, carne de porco, carne vermelha, pele de frango etc) e algumas gorduras vegetais como margarinas e gordura vegetal hidrogenada.
3. Evite ou limite a ingestão de bebidas alcoólicas. Os homens não devem tomar mais do que dois drinks por dia, enquanto as mulheres devem limitar este consumo a um drink. Além disso, pratique atividades físicas moderadamente durante pelo menos 30 minutos, cinco vezes por semana.
4. É aconselhável que homens, entre 50 e 70 anos, na oportunidade de uma consulta médica, orientem-se sobre a necessidade de investigação docâncer da próstata.
5. Os homens acima de 45 anos e com histórico familiar de pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos devem realizar consulta médica para investigação de câncer da próstata.
6. As mulheres, com 40 anos ou mais, devem realizar o exame clínico das mamas anualmente. Além disto, toda mulher, entre 50 e 69 anos, deve fazer uma mamografia a cada dois anos. As mulheres com caso de câncer de mama na família (mãe, irmã, filha etc, diagnosticados antes dos 50 anos), ou aquelas que tiverem câncer de ovário ou câncer em uma das mamas, em qualquer idade, devem realizar o exame clínico e mamografia, a partir dos 35 anos de idade, anualmente.
7. As mulheres com idade entre 25 e 59 anos devem realizar exame preventivo ginecológico. Após dois exames normais seguidos, deverá realizar um exame a cada três anos. Para os exames alterados, deve-se seguir as orientações médicas.
8. É recomendável que mulheres e homens, com 50 anos ou mais, realizem exame de sangue oculto nas fezes, a cada ano (preferencialmente), ou a cada dois anos.
9. No lazer, evite exposição prolongada ao sol, entre 10h e 16h, e use sempre proteção adequada como chapéu, barraca e protetor solar. Se você se expõe ao sol durante a jornada de trabalho, procure usar chapéu de aba larga, camisa de manga longa e calça comprida.
10. Realize diariamente a higiene oral (escovação) e consulte o dentista regularmente
(*) Fonte: Instituto Nacional de Câncer - Inca
Quem quiser fazer uma doação para Fundação do Câncer e ajudar a salvar milhares de vida, pode fazê-lo pelo site www.cancer.org.br
Assinar:
Comentários (Atom)