4 de mai. de 2010

Calçadão recebe campanha para doação de medula óssea

Um grupo de parentes do jovem Carlinhos, que desde 2008 sofre de leucemia, realizou na manhã deste sábado, dia 24, uma campanha de divulgação para a doação de medula óssea. Durante toda a manhã os voluntários entregaram folhetos, informando a importância da doação e como é feita a retirada do material para a análise dos dados. Na próxima sexta-feira, dia 30, uma equipe do Hemorio estará no Hemonúcleo do Hospital de Emergência de Resende para a coleta de material. A esperança é que um destes doadores ajude Carlinhos.

Segundo Eni Leal, prima de Carlinhos, o trabalho de conscientização surte bastante resultado. Segundo ela, todas as vezes que foram feitas campanhas no calçadão o número de doadores foi grande no dia da coleta. Eni conta também que não há um posto de coleta de material para teste em medula na região: “Só o Hemorio é quem faz esta coleta, por isso a chance das pessoas participarem da coleta é quando a equipe está na cidade, como agora.”

O grupo de voluntários, parentes de Carlinhos, deixa claro que esta não é uma campanha só para o jovem. Todos os materiais arrecadados ficarão no banco de dados, servindo para outras pessoas que precisam de doações.

Horário: A equipe do Hemorio estará no hemonúcleo do Hospital de Emergência de Resende no dia 30, das 8h às 14h.


Fonte

FAI e Santa Casa realizam campanha de doação de medula.

Dr. Fabron, Regina Ruete (FAI) e Eder Ruette: palestra informou alunos sobre a doação de Medula Óssea
Doar medula óssea é algo simples, indolor – exige apenas uma anestesia local – e pode salvar muitas vidas. Essa constatação tem levado muitas pessoas a se inscreverem no cadastro nacional de doadores, a fim de amenizar o sofrimento de inúmeras pessoas que estão na fila para receberem uma nova medula.
Com a preocupação de facilitar o acesso a esse cadastro é que a FAI – Faculdades Adamantinenses Integradas e o Banco de Sangue de Adamantina, ligado à Santa Casa, estão realizando uma grande campanha de cadastro de medula óssea. O projeto teve início no dia 25 de abril, na FAI, com uma palestra do médico Antônio Fabron Junior, do Hemocentro de Marília, que explicou aos alunos sobre o processo de doação.
O primeiro passo é ter entre 18 e 54 anos, estar em bom estado de saúde - ou seja, não ter doença contagiosa, nunca ter tido câncer, hepatite B ou C e não usar insulina. O doador deve então, junto ao banco de sangue, realizar a coleta de 5 ml de sangue, a fim de que seja extraído o material genético (HLA), que será cadastrado de acordo com os dados constantes nos documentos do voluntário doador.
Esses dados ficarão no chamado REDOME - Registro de Doadores Voluntários de Medula, que é um banco de dados nacional. A partir daí, quando surgir um paciente compatível geneticamente, o doador poderá ser convidado fazer a doação.
Doação é indolor
Segundo a Dra. Mara, voluntária do Hemocentro de Marília, o procedimento, no caso de doação, é muito tranqüilo e indolor. A doação pode ser feita de duas formas: por pulsão ou por meio de um aparelho chamado aférese. No caso da primeira opção, é feita uma pulsão na região do osso da bacia. “Esse procedimento dura no máximo 40 minutos, e é utilizada a anestesia local, sem risco algum para o doador. Em 12 horas a medula está recomposta e o doador tem vida absolutamente normal no dia seguinte”, diz. Ela explica que nesse caso exige-se uma internação de 24 horas, em função da anestesia.
A aférese é uma máquina que realiza um sistema de filtragem, parecido com o da hemodiálise. O doador recebe um medicamento para estimular a proliferação de células e a máquina filtra o sangue pelas veias dos dois braços. Em quatro horas o material está coletado e o doador liberado para suas atividades cotidianas.
“Salvar vida é algo mágico, maravilhoso”, comenta a Biomédica e Coordenadora Administrativa da FAI, Regina Ruete. “O transplante de medula óssea é a única esperança de cura para muitos portadores de leucemias e outras doenças do sangue”, completa. Daí a importância de se aumentar cada vez mais o número de doares potenciais.
A campanha para o cadastro, em Adamantina será realizada em dois locais, no dia 6 de maio: Campus II da FAI e no Banco de Sangue da Santa Casa, das 9h às 21h.

Ceará!

No Ceará, 27 pessoas esperam por um transplante de medula óssea. No ano passado, foram realizados apenas sete transplantes em pacientes do Estado e, este ano dois. Mas agora, segundo a diretora do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce), Luciana Carlos, essa realidade irá mudar. "Podemos até zerar a fila de espera por medula óssea", frisa.

Tudo isso, devido a inauguração do prédio onde vai funcionar o primeiro banco público de sangue de cordão umbilical do Nordeste. A expectativa, é que o banco comece a funcionar até julho deste ano. As obras do prédio estão em andamento desde julho de 2009, na sede do Hemoce em Fortaleza e a unidade faz parte de um projeto da Rede Brasilcord, do Ministério da Saúde, que está formando um conjunto de bancos de sangue de cordão umbilical e placentário para atender a demanda de transplantes de medula óssea e pesquisa de células embrionárias.

Atualmente, segundo a assessoria de imprensa do Hemoce, o sistema já conta com quatro bancos instalados, no Rio de Janeiro, em São Paulo, Campinas e Ribeirão Preto. A meta é armazenar cerca de 50 mil cordões umbilicais nos 12 bancos que passarão a formar a Rede, número considerado ideal para, junto com o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), suprir a demanda de transplantes no Brasil. Fonte:DN
Quando se fala em doação de órgãos ou de sangue, agilidade e tecnologia fazem toda a diferença. Para isso, o Ceará estará inaugurando no próximo dia 23 de março dois equipamentos públicos que irão colaborar com pacientes na fila de espera por um transplante de medula óssea, ou uma transfusão de sangue: o banco público de sangue cordão umbilical e a maquina de irradiação sanguínea.

Vamos ajudar o Afonso!

O Afonso é um menino com 6 anos a quem foi diagnostica leucemia. Ele precisa urgentemente de um transplante de medula óssea.
Basta uma pequena recolha de sangue para se tornar dador. E caso seja compatível basta uma transfusão de sangue.
Para ser dador tem de ter entre 18 e 45 anos e não ter nenhum problema grave de saúde.

Vai haver uma recolha no dia 8 de Maio das 10h00 às 13h00 na Casa da Cultura da Malveira por isso ajudem-nos a divulgar .

APAREÇAM ! TRAGAM UM AMIGO ! UM SIMPLES GESTO PODE SALVAR UMA VIDA!!!

3 de mai. de 2010

Saiba como se tornar um doador de medula óssea

Milhares de pessoas aguardam na fila por um transplante de medula. Transplante é indicado para casos de leucemias, linfomas e anemias.

Do G1

Milhares de pessoas aguardam na fila por um transplante de medula, mas a espera fica mais difícil porque nem sempre o doador é compatível com o paciente. Por isso, o número de voluntários aumenta as chances de cura. O transplante de medula óssea é um tratamento indicado para pessoas com leucemias, linfomas e alguns tipos de anemias.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), qualquer pessoa entre 18 e 55 anos e que não tenha doença infecciosa transmissível pelo sangue pode se cadastrar. Para se tornar um doador é preciso procurar o hemocentro da cidade, onde será coletada uma pequena quantidade de sangue (5 ml) e preenchido um formulário com dados cadastrais.

Se for verificada compatibilidade com algum paciente, o doador é, então, convocado para fazer testes confirmatórios e realizar a doação. Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível é, em média, de uma em cem mil.

Por isso, são organizados Registros de Doadores Voluntários de Medula Óssea, cuja função é cadastrar pessoas dispostas a doar. Quando um paciente necessita de transplante e não possui um doador na família, esse cadastro é consultado. Se for encontrado um doador compatível, ele será convidado a fazer a doação.

Veja abaixo algumas informações importantes para se tornar um doador de medula óssea, de acordo com o Inca:

Onde e quando doar:
É possível se cadastrar como doador voluntário de medula óssea nos hemocentros nos estados. No Rio de Janeiro, além do Hemorio, o Inca também faz a coleta de sangue e o cadastramento de doadores voluntários de medula óssea de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 14h30, e aos sábados, das 8h às 12h. Não é necessário agendamento.

Como é feita a doação:
O sangue será tipificado por exame de histocompatibilidade (HLA), que é um teste de laboratório para identificar as características genéticas do doador que podem influenciar no transplante. O tipo de HLA será incluído no cadastro. Os dados serão cruzados com os dos pacientes que precisam de transplante de medula óssea constantemente. Se o doador for compatível com algum paciente, outros exames de sangue serão necessários.

Se a compatibilidade for confirmada, o doador será consultado para confirmar se deseja realizar a doação. Seu atual estado de saúde será avaliado.

Um doador de medula óssea deve manter seu cadastro sempre atualizado. Caso haja alguma mudança, a pessoa deve entrar em contato com o Redome através do telefone (21) 3970-4100 ou por e-mail: redome@inca.gov.br.

Agradecimentos da equipe serdadormedula2010.wordpress.com

A 2ª Campanha de Sensibilização “Ser Dador de Medula Óssea”, organizada pelo GASIST, Grupo de Acção Social do Instituto Superior Técnico, em parceria com o GASTAGUS, Grupo de Acção Social do TAGUS, terminou ontem!

A Comissão Organizadora vêm por este meio informar que conseguimos angariar
407 NOVOS POTENCIAIS DADORES DE MEDULA ÓSSEA!

Queremos expressar os nossos mais sinceros AGRADECIMENTOS a todos aqueles que contribuíram para a realização do projecto.

A todos os alunos, funcionários e docentes do técnico que “passaram a palavra” ou se inscreveram na lista de dadores, um grande obrigado!

Um especial agradecimento à Isabel Botelho, da Associação Inês Botelho, que pelo segundo ano consecutivo, nos prestou um apoio e disponibilidade incondicionais.

Ao CEDACE pela sua presença fundamental no Projecto.

Aos elementos do GASIST e GASTAGUS que puderam participar tão entusiastamente na campanha!

Ao Professor Vitor Leitão por permitir fazer o evento no espaço onde decorreu, àAEIST e aos Gestores de Espaços dos Pavilhões Central e de Civil.

Às diversas Organizações que colaboraram na divulgação da Campanha e que acreditamos terem tido um papel importante na divulgação do Projecto, nomeadamente: Associação Portuguesa Contra a Leucemia,OncologiaPediátrica.Org, ou outras das quais possamos nem ter tido conhecimento.

Para nós, esta foi, novamente, uma experiência inesquecível. Terminamos com a convicção de termos realizado mais um pequeno contributo para sensibilizar, esclarecer e divulgar esta nobre causa.

O apoio e solidariedade demonstrado por todos os participantes, e por todos os que continuamente apoiam e divulgam esta causa, sensibiliza-nos e dá-nos ainda mais força para continuar! Acreditamos que todos os pequenos passos como este são importantes para a construção de uma sociedade mais informada e solidária.

Muito OBRIGADO a todos e até breve!

Ana Sofia Carvalho

Inês Pé-Leve

João Martins

Joana Lobato

Luís Costa

Marco Moedas


Fonte

(ATÉ HOJE!) Bento: Campanha para doação de medula óssea acontece nos dias 27 de abril e 03 de maio

O salão nobre da Prefeitura de Bento Gonçalves sedia nos dias 27 de abril (terça-feira) e 03 de maio (segunda-feira), no horário das 9h às 11h15 e das 12h15 às 16h, a mobilização para a realização de coletas de sangue com o objetivo de encontrar doadores de medula compatíveis para o jovem Bruno Basso, 17 anos, portador de leucemia há três e que necessita urgentemente fazer o transplante de medula óssea.

As equipes do Hemocentro de Caxias do Sul e da Secretaria de Saúde de Bento Gonçalves, com apoio da Prefeitura e voluntários, estará fazendo a coleta de sangue. Quem quiser ser doador voluntário pode comparecer nestes dias no salão nobre da Prefeitura, portando documento de identificação. Os dados do doador são inseridos em um cadastro nacional, o REDOME - Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea), instalado no Instituto Nacional de Câncer (INCA) e sempre que surgir um novo paciente, a compatibilidade será verificada. Para ser doador, é necessário ter entre 18 e 55 anos de idade e estar com boa saúde

Doadores de medula aumentam do país, mas número ainda é insuficiente

O Brasil possui o terceiro maior registro de doadores de medula óssea, atrás apenas dos EUA e da Alemanha, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca). Atualmente, 1,4 milhão de pessoas estão cadastradas no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome) dispostas a ajudar a um paciente que seja compatível. O número é expressivo e representa um crescimento de 99% em um período de nove anos, superando, inclusive, as expectativas do Ministério da Saúde, que esperava ter 920 mil doadores cadastrados até 2011.

Ainda assim, de acordo com o hematologista e membro do Centro Paulista de Oncologia Gustavo Vilela, o número de doadores no país deveria ser muito maior para atender os 980 pacientes que, atualmente, necessitam de transplante de medula óssea.

“É muito difícil encontrar um doador compatível. Cada um de nós possui uma combinação genética única, formada a partir de uma mistura de genes dos nossos pais. Não é fácil achar, no mundo, uma pessoa que tenha uma composição praticamente igual a nossa”, explica Vilela, que afirma, ainda, que a chance de encontrar um doador compatível é maior entre familiares, sobretudo irmãos.

Os dados do Inca comprovam que a incompatibilidade é um dos maiores problemas enfrentados pelos pacientes. Segundo o instituto, a chance de encontrar um doador compatível é, em média, de uma a cada 100 mil e acontece, em 25% dos casos, dentro da própria família.

A MÍDIA COMO ALIADA
Quanto mais doadores estiverem cadastrados no Redome, maiores serão as chances dos pacientes encontrarem pessoas compatíveis para a realização de um transplante de medula óssea.

Na opinião do onco-hematologista Jairo Sobrinho, membro da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale), para que isso aconteça é preciso mais informação. “Muitas pessoas ainda desconhecem como funciona o processo de doação e, pior, acreditam em mitos que existem a respeito desse procedimento médico. Creio que, quando descobrirem como é fácil se cadastrar no Redome e fazer a coleta de medula óssea, as pessoas se mobilizarão mais”, disse o médico.

Nesse processo, a mídia pode ser utilizada como uma forte aliada. Segundo Sobrinho, o governo e, principalmente, as entidades do terceiro setor realizam, constantemente, campanhas sobre o assunto, mas o maior número de cadastramentos no Redome foi registrado em 2000, quando o autor Manoel Carlos tratou do assunto na novela “Laços de Família”, da TV Globo.

Já para o médico Gustavo Vilela, uma das maiores conquistas na área foi o aperfeiçoamento da técnica usada para o transplante de medula óssea, o que contribuiu para o aumento do número de doadores cadastrados. “Cada vez mais, utilizamos um processo de coleta diferente, que se assemelha a uma transfusão de sangue. Ao invés de perfurar o osso da bacia para extrair o líquido da medula óssea, damos ao paciente um remédio que provoca a migração das células-tronco da medula para a corrente sanguínea”, explicou o médico.

No entanto, quando se fala do transplante de medula óssea no Brasil não há apenas motivos para comemorar. Ainda existem muitas carências na área, como por exemplo, a falta de leitos específicos para a realização do procedimento. De acordo com o médico Sobrinho, muitos pacientes ainda deixam de realizar o transplante, mesmo depois de encontrar um doador compatível, porque não encontram leitos disponíveis nos hospitais especializados.

NÃO É SÓ MEDULA
Segundo dados do Ministério da Saúde, o número de doadores de órgãos, em geral, tem crescido no Brasil. Atualmente, oito em cada 1 milhão de pessoas manifestam a vontade de doar seus órgãos após a morte, sendo que os maiores índices estão nos Estados de Santa Catarina, São Paulo e Distrito Federal, respectivamente.

Os números apontam um crescimento de 26% em relação ao início do ano de 2009. Ainda assim, a quantidade de doadores poderia ser muito maior, de acordo com a presidente do Conselho Consultivo da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), Maria Cristina de Castro. “Apenas um quinto das pessoas que poderiam doar órgãos no país se tornam doadoras efetivas. Com esse índice, conseguimos dar conta de cerca de, apenas, 20% dos pacientes que estão em lista de espera para transplante”, afirmou.

Para aumentar o número de doadores no país, o governo brasileiro chegou a aprovar, em 1997, uma lei que instituía a doação presumida de órgãos no país. Ou seja, todos os brasileiros eram considerados doadores após a morte e aqueles que eram contra o procedimento precisavam manifestar essa vontade ao Estado.

A medida, no entanto, gerou polêmica entre a população e chegou a ser considerada abusiva, já que muitas pessoas desconheciam a lei e morriam sem saber que eram doadoras. Como resultado, em aproximadamente um ano a medida foi anulada, o que representou um avanço para a legislação do país, segundo o especialista em direito do Estado Luis Dantas. “A doação presumida violava os principais direitos do cidadão, porque presumia uma atitude, ou seja, tirava o direito da pessoa de decidir sobre o destino do próprio corpo”, afirmou o advogado.


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JOVENS ADVENTISTAS DOAM SANGUE E MEDULA ÓSSEA EM GOIÂNIA

Cinco postos abriram suas portas no sábado, dia 17 de abril, em Goiânia, para atender uma turma muito animada. Eram os jovens adventistas que participavam pela quinta vez da campanha Vida por Vidas, um marco da solidariedade.

A partir das 8 horas da manhã, os doadores começaram a chegar em grupos para doar vida através do sangue e também o cadastro para a doação de medula óssea, uma novidade do projeto. Marina Tosta, coordenadora da captação de doadores do Hemocentro em Goiânia, elogiou a nova realização da campanha, e parabenizou os doadores por já estarem incluídos no processo de fidelização da doação, isto é, retornar ao Hemocentro outras vezes durante o ano para novas coletas.

Acompanharam as doações os líderes dos jovens adventistas em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e da União Centro-Oeste Brasileira. O pastor Guilherme Chateaubriand, departamental do Ministério Jovem em Goiás, falou sobre a alegria de mais uma vez coordenar a campanha. De acordo com ele, os jovens apresentam a face da Igreja para a comunidade, através do ato de solidariedade.

Nilva Santos chegou ao Hemocentro na manhã de sábado para doar sangue para a cunhada, que estava internada na UTI de um hospital. “Consegui aqui entre estas pessoas 20 bolsas de sangue, que haviam sido solicitadas pelo hospital. A gente não dá muito valor pra isso, mas quando sente a necessidade na nossa família, vemos o quanto é importante a doação. Quero agradecer a todos que estão envolvidos nesta campanha”, afirmou.

Para o doutor Sérgio Bariane, hematologista do Banco de Sangue do Hospital Araújo Jorge, a campanha veio em boa hora, visto que o hospital atende pacientes com doenças que necessitam de transfusão. O Hospital Araújo Jorge é referência no Estado no tratamento de câncer.

Ivo Junior Santana estava doando pela primeira vez, e disse que é ótima a sensação de saber que está ajudando outras pessoas a sobreviverem. “Pretendo doar outras vezes”, prometeu. Quem é doador veterano também deseja voltar outras vezes, como Aparecida Félix, da Igreja do Setor Pedro Ludovico. “Toda vez que a campanha for realizada, eu volto para doar”, afirmou.

O evento foi amplamente divulgado pelos veículos de comunicação.


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Ação cadastra futuros doadores de medula óssea.

Novo Hamburgo - No sábado, a ONG Galera da Medula esteve na Associação de Moradores do Residencial Mundo Novo, em Canudos, cadastrando doadores de medula óssea. A intenção era tentar conseguir um doador para o hamburguense Marcos Paulo Bergamin, 7 anos, que acabou falecendo na quinta-feira, vítima de leucemia. Mas o pai do menino , Paulo Bergamin, pediu para que a ação fosse mantida. "Vamos fazer campanhas mensais para atingir 12 mil pessoas", conta o coordenador geral da campanha, Moisés Fernando da Silva.

Hemominas cadastra candidatos à doação de medula óssea

A Fundação Hemominas promove na próxima terça-feira (27), uma campanha para o cadastramento de candidatos à doação de medula óssea na cidade de Arcos. Toda a população está convidada a participar do gesto solidário.

A ação será na Fundação Municipal de Saúde (Fumusa), das 10h às 18h, na rua Getúlio Vargas, 149, Centro, próximo à Prefeitura de Arcos e ao Hospital Santa Rita.

Esta é a segunda vez que a equipe do Núcleo Regional de Divinópolis, responsável pelo trabalho, participa da campanha na cidade. No primeiro encontro foram realizados aproximadamente 350 cadastros, número considerado bastante satisfatório pela equipe. Desta vez, os profissionais da Hemominas esperam receber cerca de 400 candidatos.

Na ocasião, os candidatos terão o cadastro inscrito no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome).

Medula

O transplante de medula óssea é um tipo de tratamento indicado para algumas doenças malignas que afetam as células do sangue. A doação de medula óssea é um gesto extremamente importante que pode representar a continuidade da vida para pacientes com aplasia de medula e leucemias.

Para se cadastrar como candidato à doação de medula óssea é preciso ter entre 18 e 54 anos, boa saúde e não apresentar doenças, como as infecciosas ou as hematológicas. O candidato recebe todos os esclarecimentos sobre o processo de doação e, em seguida, é colhida uma pequena amostra de sangue (de 5 a 10 ml), que será submetida ao exame de classificação da medula (HLA) e enviada ao Redome, de responsabilidade do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

No momento do cadastro, é indispensável a apresentação de documento oficial de identidade válido com foto. Durante a coleta da amostra de sangue, o candidato assina um Termo de Consentimento para que seus dados cadastrais, o resultado da tipagem HLA e os outros resultados dos exames de Histocompatibilidade/Imunogenética sejam incluídos no Redome. Quando surgir compatibilidade do doador com algum dos pacientes que aguardam o transplante, novos procedimentos vão garantir a efetivação da doação.

A chance de encontrar um doador com medula compatível entre não parentes é de 1 em 100 mil, devido à miscigenação do povo brasileiro. Para aumentar as possibilidades de transplante, é necessário que o número de candidatos à doação cresça no país. Se for encontrado um doador compatível, o mesmo é convidado a fazer, voluntariamente, a doação (o Inca mantém em sigilo a identidade do paciente).


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Igreja faz campanha por doação de medula óssea

Neste sábado (24) a Igreja Adventista do 7º Dia de Campo Grande, localizada na rua Cândido Mariano, entre Pedro Celestino e padre João Crippa fará uma campanha mobilizando seus membros para que sejam doadores de medula óssea.

Será de 8 horas às 12h30, quando a unidade móvel do Hemosul estará no local para coletar as amostras de sangue.

Segundo o Hemosul, a iniciativa faz parte do projeto Vida por Vidas que ocorre há quatro anos todo mês de abril, voltado à doação de sangue.

O Hemosul fará a coleta no local e também fornecerá informações sobre a doação de medula óssea. Só não podem integrar o banco de doadores pessoas que têm ou tiveram leucemia, aplasias medulares ou doenças congênitas. Outro critério é estar na faixa etária de 18 a 55 anos de idade.

Campanha para doação de medula óssea começa em maio em Atibaia

Enquanto nos Estados Unidos o cadastro de doadores de medula óssea conta com 9 milhões de pessoas, no Brasil o número não chega a 650 mil. Em virtude desse quadro, o vereador José Paulo Teixeira e a Ordem Demoley de Atibaia (Capítulo Danilo Edmir Trevisan) - sociedade paramassônica juvenil - estão iniciando um movimento para a realização de uma campanha na cidade.

No dia 4 de maio, às 19h, será realizada palestra sobre o tema no plenário da Câmara Municipal, cujo principal objetivo é levar informações sobre o movimento à população. A partir de então, será definida a data da campanha em Atibaia

Iniciativa

Na terça-feira (20), José Paulo e o segundo conselheiro da entidade, André Corradini, estiveram em reunião com o prefeito José Bernardo Denig solicitando apoio para a realização da Campanha de Possíveis Doadores de Medula Óssea. "É importante o apoio do poder público na infraestrutura dessa iniciativa", destacou o vereador. Também participou da reunião a secretária municipal de Saúde, Maria Gorete Pinaffi.

Doença

A medula óssea é um tecido líquido-gelatinoso que ocupa o interior dos ossos, sendo conhecida popularmente por "tutano", e onde são produzidos os componentes do sangue - as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas. Enquanto a medula óssea ocupa a cavidade dos ossos, a medula espinhal é formada de tecido nervoso que ocupa o espaço dentro da coluna vertebral e tem como função transmitir os impulsos nervosos, a partir do cérebro, para todo o corpo.

O transplante de medula óssea é um tipo de tratamento proposto para algumas doenças que afetam as células do sangue, como leucemia e linfoma.

O transplante consiste na substituição de uma medula óssea doente, ou deficitária, por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma nova medula saudável. O transplante pode ser autogênico, quando a medula vem do próprio paciente.

No transplante alogênico, a medula vem de um doador. O transplante também pode ser feito a partir de células precursoras de medula óssea, obtidas do sangue circulante de um doador ou do sangue de cordão umbilical.

Segundo o Instituto do Câncer, mil pessoas no Brasil procuram o transplante de medula óssea no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea. Para se tornar uma doadora, qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde pode se candidatar. A medula é retirada de ossos da bacia, por meio de punções, e se recompõe em apenas 15 dias.

Os doadores preenchem um formulário com dados pessoais e é coletada uma amostra de sangue com 5ml para testes. Estes testes determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente. Os dados pessoais e os resultados dos testes são armazenados em um sistema informatizado, que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante.

Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para realizar a doação. Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível é, em média, de uma em 100 mil. "É justamente a questão da compatibilidade que torna isso tão problemático. Além de contarmos com um cadastro pequeno, a probabilidade do candidato se tornar doador, é baixa", explica José Paulo.


Fonte

Notícia extraída do blog Oferecerapoioaquemtedaumsorriso

Nestas últimas 2 semanas que passaram iniciámos as inscrições para Ser Dador de Medula Óssea de forma a conseguirmos trazer uma brigada específica para realizar as análises.


As datas previstas para o produto final são dia 4 e 5 de Junho de 2010, junto ao museu doBombarral. No dia 4 será o concerto e no dia 5 as análises para ser dador.


Caso esteja interessado(a) em fazer a inscrição para ser dador(a) de Medula Óssea e em realizar as análises no dia e no local a cima referidos, por favor contacte:


eps.ap.12@gmail.com

Portas abertas para o transplante de medula

O novo serviço de coleta automatizada de sangue da Fundação Hemocentro de Brasília, que começou a funcionar nesta quinta-feira (29), poderá facilitar a implantação do sistema de transplante de medula óssea na rede pública do DF. É o que garante a diretora da fundação, Maria de Fátima Brito Portela. Segundo ela, a aférese, como é conhecido o procedimento que separa componentes sangue – plaquetas, hemácias e leucócitos – irá garantir qualidade do material colhido e transfundido para aqueles que necessitam de elementos específicos do tecido humano.


Pacientes com leucemia (câncer no sangue), por exemplo, serão bastante beneficiados com a agilidade e rapidez na coleta, separação e transfusão dos componentes da medula. Assim acontecerá com os politraumatizados e imunodeprimidos (com baixa imunidade). Pacientes que fazem quimioterapia também terão a oportunidade de receberem doações de sangue com qualidade e quantidade de hemocomponentes adequados.


Duas máquinas realizarão o procedimento. Juntas, possuem capacidade para atender dois doadores ao mesmo tempo. A doação dura no máximo duas horas e pode variar. A expectativa de atendimento do Hemocentro é de oito a dez doadores por dia. O procedimento é realizado com segurança para o doador e profissional, todo o material utilizado é descartável, não havendo risco de contaminação. Além disso, o sangue não entra em contato com a máquina e depois de filtrado, parte dele volta para o doador.


De acordo com a diretora do Hemocentro, a nova coleta é mais rigorosa do que a normalmente realizada. “A avaliação tem outros requisitos que nos garantem um padrão de excelência nos resultados”, afirmou.


A idade continua acima de 18 anos, mas o peso mínimo é de 60 kg, sendo os homens preferencialmente escolhidos. Pessoas com os chamados sangues raros, como O negativo, também têm prioridade para doação. Já mães com mais de dois filhos não são aconselhadas a realizar este tipo de doação por já possuírem anticorpos.


A médica avalia que um concentrado de plaqueta colhido pelo novo procedimento equivale a seis doações do mesmo componente do sangue filtrado pela doação comum. “Neste caso, nossa meta não é aumentar o estoque, mas garantir uma melhor qualidade dos componentes colhidos”, concluiu.

1 de mai. de 2010

UEPG

De todas as Secretarias Estaduais que tiveram a sede deslocada para a Universidade Estadual de Ponta Grossa, a Secretaria do Estado da Saúde do Paraná foi uma das mais movimentadas. Desde sua chegada à sede da Secretaria às 14 horas, o secretário estadual de saúde Carlos Moreira Júnior não ficou parado durante um momento. Ele se reuniu com prefeitos, diretores de hospitais e população dos Campos Gerais.

Uma das reuniões do secretário foi com o prefeito do município de Tibagi Sinval Silva e com a diretora do hospital Luiza Borba Carneiro Nilse Romeu. Eles conversaram a respeito de uma liberação de uma verba para a reforma do hospital, localizado no Município. Além disso, foi tratado um convênio entre Estado e Município para a melhora de estrutura do local e contratação de profissionais.

O secretário também conversou com representantes da sociedade civil da região como Josefa Schimit coordenadora da ONG Você Consegue, que luta para o aumento do número de doadores de medula óssea. Josefa avalia como positiva a chance de conversar com o secretário. “Facilitou muito o trabalho da ONG ao esclarecer algumas dúvidas que eu tinha e só o secretário poderia tirar”, diz Josefa.

Moreira Júnior também considera positiva ações de aproximação das secretarias com as cidade fora da capital do estado. “Acho fundamental tanto no âmbito prático como no político vencer esta barreira espaço tempo”, diz o secretário.

O chefe de gabinete da SESA, Professor Altino Loureira, também concorda com o secretário e diz que esta agitação é normal quando se trata de algo que envolve a saúde. “Não tem jeito, este é um tema que atinge todas as camadas da população. Todos querem falar com o secretário quando têm chance. Este grande movimento é assim mesmo por aqui”, afirma Loureira.

Banco de Sangue e FAI realizam cadastro de doadores de medula óssea


Biomédico Éder Ruete com as funcionárias do Banco de Sangue


Em parceria com o Hemocentro de Marília, as Faculdades Adamantinenses Integradas (FAI) e o Banco de Sangue da Santa Casa de Adamantina realizam na próxima quinta-feira (6), o cadastro de voluntários para a doação de medula óssea. O voluntário poderá procurar o Banco de Sangue ou o Campus 2 da FAI, das 9 às 21 horas.

Segundo Éder do Nascimento Ruete, biomédico do Banco de Sangue, qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde poderá doar medula óssea. Para o cadastro de voluntários, os doadores preenchem um formulário com dados pessoais e é coletada uma amostra de sangue para testes, que determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente.

Os dados pessoais e os resultados dos testes são armazenados em um sistema informatizado que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante. Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para realizar a doação.

Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível é, em média, de uma em cem mil.

Por isso, são organizados Registros de Doadores Voluntários de Medula Óssea, cuja função é cadastrar pessoas dispostas a doar. Quando um paciente necessita de transplante e não possui um doador na família, esse cadastro é consultado. Se for encontrado um doador compatível, ele será convidado a fazer a doação.

Na região, uma menina de dois anos de idade, de Tupã, que tem aplasia (uma disfunção da medula óssea) espera encontrar um doador compatível.

Fonte

Doação de medula óssea

As estimativas apontam que em 2010 serão cerca de 9.500 novos casos de leucemia, que é uma doença maligna dos glóbulos brancos (leucócitos), geralmente, de origem desconhecida. Tem como principal característica o acúmulo de células jovens anormais na medula óssea, que substituem as células sanguíneas normais. A medula é o local de formação das células sanguíneas e ocupa a cavidade dos ossos, sendo popularmente conhecida por tutano. Nela são encontradas as células que dão origem aos glóbulos brancos, aos glóbulos vermelhos (hemácias ou eritrócitos) e às plaquetas.

Para muitas dessas pessoas, a única chance de ter de volta uma vida normal ou mesmo de sobrevier à doença é um transplante de medula óssea. A dificuldade em encontrar doadores compatíveis é o que transforma o transplante em um milagre ainda maior. Com isso, diversas campanhas são realizadas com o intuito de formar um cadastro com o maior número possível de doadores.

Em Passo Fundo e região, o Hemopasso desenvolve um papel essencial nesse sentido, visitando cidades e entidades para coletar sangue de voluntários que queiram ser doadores. Uma dessas atividades foi realizado no ano passado em Espumoso, quando dezenas de pessoas se prontificaram a fazer parte do cadastro. Na oportunidade, Luiz Battisti, agricultor de 39 anos, que reside na cidade vizinha de Tapera fez a coleta de sangue. Para sua grande surpresa, em abril, ele foi contatado pelo Hemopasso para realizar uma nova série de exames, pois existia a suspeita de ser compatível com uma pessoa que está precisando da doação.

Palestras sobre campanha de medula óssea serão realizadas esta semana, na Câmara (Atibaia)

Serão realizadas esta semana duas palestras na Câmara sobre a Campanha de Possíveis Doadores de Medula Óssea, que está sendo organizada pela Ordem Demolay de Atibaia (Capítulo Danilo Edmir Trevisan) – sociedade paramaçônica juvenil – com apoio do vereador José Paulo Teixeira, que é médico atuante na cidade há quase 30 anos. As palestras acontecem dia 4 e 5, no plenário do Legislativo, a partir das 19h.
Segundo o Instituto do Câncer, mil pessoas no Brasil procuram o transplante de medula óssea no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea. Para se tornar uma doadora, qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde pode se candidatar. A medula é retirada de ossos da bacia, por meio de punções, e se recompõe em apenas 15 dias. Os doadores preenchem um formulário com dados pessoais e é coletada uma amostra de sangue com 5ml para testes. Estes testes determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente. Os dados pessoais e os resultados dos testes são armazenados em um sistema informatizado, que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante.
Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para realizar a doação. Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível é, em média, de uma em 100 mil. “É justamente a questão da compatibilidade que torna isso tão problemático. Além de contarmos com um cadastro pequeno, a probabilidade do candidato se tornar doador, é baixa”, explica José Paulo. Segundo dados da Ordem Demolay, enquanto nos Estados Unidos o cadastro de doadores de medula óssea conta com 9 milhões de pessoas, no Brasil o número não chega a 2 milhões.

30 de abr. de 2010

Doar.

Dr. Fabron, Regina Ruete (FAI) e Eder Ruette:
palestra informou alunos sobre a doação de Medula Óssea.

Doar medula óssea é algo simples, indolor – exige apenas uma anestesia local – e pode salvar muitas vidas. Essa constatação tem levado muitas pessoas a se inscreverem no cadastro nacional de doadores, a fim de amenizar o sofrimento de inúmeras pessoas que estão na fila para receberem uma nova medula.
Com a preocupação de facilitar o acesso a esse cadastro é que a FAI – Faculdades Adamantinenses Integradas e o Banco de Sangue de Adamantina, ligado à Santa Casa, estão realizando uma grande campanha de cadastro de medula óssea. O projeto teve início no dia 25 de abril, na FAI, com uma palestra do médico Antônio Fabron Junior, do Hemocentro de Marília, que explicou aos alunos sobre o processo de doação.
O primeiro passo é ter entre 18 e 54 anos, estar em bom estado de saúde - ou seja, não ter doença contagiosa, nunca ter tido câncer, hepatite B ou C e não usar insulina. O doador deve então, junto ao banco de sangue, realizar a coleta de 5 ml de sangue, a fim de que seja extraído o material genético (HLA), que será cadastrado de acordo com os dados constantes nos documentos do voluntário doador.
Esses dados ficarão no chamado REDOME - Registro de Doadores Voluntários de Medula, que é um banco de dados nacional. A partir daí, quando surgir um paciente compatível geneticamente, o doador poderá ser convidado fazer a doação.

Doação é indolor -Segundo a Dra. Mara, voluntária do Hemocentro de Marília, o procedimento, no caso de doação, é muito tranqüilo e indolor. A doação pode ser feita de duas formas: por pulsão ou por meio de um aparelho chamado aférese. No caso da primeira opção, é feita uma pulsão na região do osso da bacia. “Esse procedimento dura no máximo 40 minutos, e é utilizada a anestesia local, sem risco algum para o doador. Em 12 horas a medula está recomposta e o doador tem vida absolutamente normal no dia seguinte”, diz. Ela explica que nesse caso exige-se uma internação de 24 horas, em função da anestesia.

A aférese é uma máquina que realiza um sistema de filtragem, parecido com o da hemodiálise. O doador recebe um medicamento para estimular a proliferação de células e a máquina filtra o sangue pelas veias dos dois braços. Em quatro horas o material está coletado e o doador liberado para suas atividades cotidianas.
“Salvar vida é algo mágico, maravilhoso”, comenta a Biomédica e Coordenadora Administrativa da FAI, Regina Ruete. “O transplante de medula óssea é a única esperança de cura para muitos portadores de leucemias e outras doenças do sangue”, completa. Daí a importância de se aumentar cada vez mais o número de doares potenciais.
A campanha para o cadastro, em Adamantina será realizada em dois locais, no dia 6 de maio: Campus II da FAI e no Banco de Sangue da Santa Casa, das 9h às 21h.

Bon Jovi

NEW YORK - Jon Bon Jovi passou seus 21 º aniversário de casamento fazendo o que ele faz de melhor - em performance.

O roqueiro foi o entretenimento para a noite de gala da quinta-feira para DKMS, que ajuda a encontrar doadores de medula óssea para pacientes de leucemia. Bon Jovi estava lá com sua esposa, Dorethea.

Eu cantei alguns dos maiores sucessos de sua banda, como "Livin 'on a Prayer". Ele diz que não mente ", cantando uma canção para ajudar a aliviar a carga por um minuto."

Island Def Jam presidente Antonio "L.A." Reid foi homenageado no evento, que arrecadou mais de $ 1.7 milhões.

Halle Berry também estava lá. Ela diz que está esperando a chance de ser um doador de medula óssea. Ela diz: "Ser mãe, eu sei a importância de salvar a vida de nossos filhos ... Espero receber aquela ligação."

Faltam doadores de sangue e de medula óssea

Faltam doadores de sangue em Sobral. A informação é do setor de captação de doadores de sangue do Hemocentro Regional de Sobral. A enfermeira Gleuba Matos, uma das responsáveis pelo setor, informou que cerca de 70% do sangue que é captado vem de coletas externas realizadas em outros municípios da zona Norte. Sobral é responsável apenas por 30% das bolsas coletadas; e muitas destas bolsas são coletadas em campanhas desenvolvidas por empresas parceiras. A situação em relação aos doadores de medula é ainda mais drástica.

O Hemocentro Regional quer intensificar a coleta de sangue junto à população para ampliar o estoque. Nesse período, no primeiro semestre do ano, há uma baixa tradicional na quantidade de doações por conta das chuvas que trazem doenças e muitas vezes impedem as pessoas de ir ao Hemoce doar. Além disso, com a proximidade da Copa do Mundo, também aumenta a evasão dos doadores. E as festas juninas trazem outra preocupação: um maior número de acidentes com fogos de artifício, provocando acréscimo na demanda por transfusões nos hospitais da rede pública.

“ Infelizmente os sobralenses, apesar de serem os mais beneficiados com estas bolsas de sangue que são coletadas, são os que menos doam sangue para o Hemoce. Parece até egoísmo. O sobralense demonstra ser uma pessoa tão solidária, mas na hora de doar sangue, ele não comparece, e acaba nos deixando em vermelho, literalmente”, falou Gleuba Matos, enfatizando que, para tentar mudar este quadro, o Hemoce vem procurando intensificar, o ano inteiro, campanhas educativas de incentivo à doação de sangue em escolas, empresas e indústrias da cidade.

O Hemoce de Sobral está realizando um trabalho de atualização dos cadastros de doadores voluntários para ter uma real situação dos doadores. Gleuba Matos disse que muitos desses doadores, depois das primeiras doações, acabam deixando de frequentar a unidade. Em casos emergenciais, é preciso ligar para estas pessoas.

“Quando o nosso banco de sangue está bem abaixo do necessário e que se aproxima algum feriado que requer um estoque maior, nós ligamos para estes doadores e reforçamos o convite para que eles venham e façam as suas doações de sangue. Vale tudo para evitar um possível caos no Hemocentro Regional de Sobral, nem que, para isto, a gente precise fazer esta comunicação por telefone”, disse Gleuba Matos.

Ela enfatizou também que a falta de informação é o maior vilão que tem afastado os doadores de sangue. Mentiras como doar sangue vicia, emagrece ou engorda, afina ou engrossa o sangue, tem dificultado a adesão de mais novos doadores.

“Quem não conhece é como quem não ver. Estas fábulas que foram inventadas acerca da doação de sangue têm, sim, contribuído para o afastamento dos doadores ou a chegada de novos doadores ao Hemoce. É preciso que a pessoa entenda que doar sangue, além de ser simples e rápido, é um gesto de solidariedade à vida que precisa. Convidamos os sobralenses a virem ao Hemoce, apenas para ouvir e ver sobre a doação de sangue. É muito simples, e este gesto pode salvar uma vida”, falou Gleuba Matos.

Medula óssea

A situação em relação aos doadores de medula óssea é ainda mais drástica em Sobral. A estimativa é de que durante todo o ano de 2010 sejam feitos até 100 mil novos cadastros. Até o mês de abril, 61 mil cadastros já foram feitos. Sobral representa cerca de 7% dos cadastros realizados em todo o Estado, o que é considerado muito pequeno.

“Precisamos de muito mais novos doadores em Sobral. Em linhas gerais, Sobral representa um pequeno ponto e muito mais precisa ser feito. E com isto, contamos com a solidariedade dos sobralenses. O cadastramento é simples e pode ajudar a salvar várias vidas”, falou Neusa Negreiro, responsável pelo setor de cadastramento de doadores de medula óssea.

Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde poderá doar medula óssea. Esta é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções, e se recompõe em apenas 15 dias. Os doadores preenchem um formulário com dados pessoais e é coletada uma amostra de sangue com 5ml para testes. Estes testes determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente.

O Hemocentro Regional de Sobral informou que os dados pessoais e os resultados dos testes são armazenados em um sistema informatizado que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante. Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para realizar a doação.

Palestras sobre campanha de medula óssea serão realizadas esta semana, na Câmara

Por: Assessoria de Imprensa Câmara Municipal da Estância de Atibaia

Serão realizadas esta semana duas palestras na Câmara sobre a Campanha de Possíveis Doadores de Medula Óssea, que está sendo organizada pela Ordem Demolay de Atibaia (Capítulo Danilo Edmir Trevisan) - sociedade paramaçônica juvenil - com apoio do vereador Dr. José Paulo Teixeira, que é médico atuante na cidade há quase 30 anos. As palestras acontecem dia 4 e 5, no plenário do Legislativo, a partir das 19h.

Segundo o Instituto do Câncer, mil pessoas no Brasil procuram o transplante de medula óssea no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea. Para se tornar uma doadora, qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde pode se candidatar. A medula é retirada de ossos da bacia, por meio de punções, e se recompõe em apenas 15 dias. Os doadores preenchem um formulário com dados pessoais e é coletada uma amostra de sangue com 5ml para testes. Estes testes determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente. Os dados pessoais e os resultados dos testes são armazenados em um sistema informatizado, que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante.

Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para realizar a doação. Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível é, em média, de uma em 100 mil. "É justamente a questão da compatibilidade que torna isso tão problemático. Além de contarmos com um cadastro pequeno, a probabilidade do candidato se tornar doador, é baixa", explica José Paulo. Segundo dados da Ordem Demolay, enquanto nos Estados Unidos o cadastro de doadores de medula óssea conta com 9 milhões de pessoas, no Brasil o número não chega a 2 milhões.

CADES

A Associação CADES, através do Núcleo de Saúde vai organizar uma 2ª Recolha de Medula...desta vez, no Concelho de Águeda!

Dia 19 de Junho (Sábado), no Ginásio Clube de Águeda (GICA). 9h/13h-14h/17h.

No Concelho da Mealhada, o Núcleo de Saúde da CADES conseguiu 250 potenciais dadores...ajudem-nos a ultrapassar este valor...por alguém que precisa...de TODOS NÓS!

Cabreuvanos se sensibilizam com Campanha de doação de medula óssea

Quase mil pessoas participaram da Campanha de medula óssea para ajudar o garoto Luciano Bonfá, de 7 anos, que sofre de anemia Aplástica (uma doença semelhante a Leucemia), no sábado, 17, no Centro de Cultura e Lazer Sílvia Covas.

A Campanha foi um sucesso na cidade, mobilizando centenas de pessoas que fizeram questão de participar e doar uma amostra de sangue para a análise do grau de compatibilidade com o garoto Luciano Bonfá, que precisa do transplante de medula com urgência.

Os tios do garoto Adriane e Castrinho estão em campanha há vários meses para ajudar o menino. A Associação da Medula Óssea do Hemocentro da Santa Casa de São Paulo, conhecida como ‘AMEO’, coordenou toda a Campanha que também teve o apoio da Prefeitura de Cabreúva, do Rotary Clube e de várias pessoas, entidades e políticos cabreuvanos que se sensibilizaram com a causa.

Fonte: Prefeitura de Cabreúva

Projeto de doação de sangue e medula óssea quer arrecadar 3 mil bolsas no Pará

Belém, PA ... [ASN] Com o objetivo de incentivar a doação de sangue na capital paraense, foi lançado na ultima quarta-feira, dia 28 de abril, a edição 2010 do projeto “Vida por Vidas”, uma campanha de doação de sangue idealizada pela Igreja Adventista do Sétimo Dia e que, no Pará, tem a parceria do Governo do Estado do Maranhão e da fundação Hemopa.

A campanha tem como meta coletar aproximadamente 3.000 bolsas de sangue na região do baixo amazonas. Todo o sangue que coletado será destinado ao centro de hemoterapia e hematologia do Pará (Hemopa). Além do sangue, os doadores são orientados sobre outro tipo de ato de solidariedade que é relacionado à doação de medula, cujo banco de dados no Pará ainda é muito reduzido. Após a doação de sangue, quem quiser pode se cadastrar no banco de dados nacional de doação de medula.
De acordo com a representante do Hemopa, Jussiara Farias, o projeto “Vida por Vidas” é considerado como uma das principais atividades para estimular a doação de sangue no Pará. “O nosso estado está entre os últimos no quesito doação de medula óssea, e essa iniciativa servirá de divulgação e quebrará muitos paradigmas”.
O Coordenador do projeto para a região do baixo amazonas, pastor Renato Seixas ressaltou a importância deste projeto. “Estaremos realizando a quinta edição do projeto no Pará, entre os dias 1º de maio e 19 de junho, estaremos agregando a campanha de doação de medula óssea. Infelizmente há um número reduzido de doadores de medula óssea e, por outro lado, são muitas as pessoas portadoras de determinadas doenças hematológicas, como a leucemia, que necessitam dessa ajuda”.

Portugal é o segundo país europeu em registo de dadores de medula óssea

Portugal é o segundo país europeu em registo de dadores de medula óssea e o quarto país a nível mundial. A Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL) quer ter 270 mil inscritos até Dezembro, avança a RTP.

Surgem três novos casos de leucemia por dia e mil todos os anos. E destes cerca de 50% precisam de um transplante de medula óssea para sobreviverem.

Para se ser dador de medula óssea é preciso ter entre 18 e 45 anos, pesar no mínimo 50 quilos e ser saudável.

EM TEMPO adere campanha de medula óssea

A campanha de mobilização para doação de medula óssea, iniciada pela família da paciente Rishelly de Souza Silva, 6, ganha reforço do Grupo Raman Neves de Comunicação. A partir de hoje o jornal EM TEMPO participa e incentiva os leitores a colaborarem para o aumento do Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), do Instituto Nacional do Câncer (Inca). Um gesto simples, que pode salvar vidas.
Para se cadastrar como doador será necessário um simples exame de sangue. Essa amostra passa por um teste de laboratório denominado HLA (Antígenos Leucocitários Humanos), o qual determina as características genéticas do candidato a doador de medula óssea. Todas essas informações já estão disponibilizadas pela Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam), junto ao Redome, para consulta em todo o Brasil. Qualquer pessoa com boa saúde, entre 18 e 55 anos, pode ser candidata a doar medula óssea.
Quando uma paciente precisa do transplante, os médicos consultam o banco de dados verificando a compatibilidade entre o paciente e o registro de todos os doadores cadastrados. Se for encontrado um candidato compatível, este será convidado a fazer novos exames. E se o perfil coincidir com o do paciente, o voluntário decide se realmente quer efetuar a doação.
A pequena Rishelly é apenas uma entre centenas de pacientes que aguardam por um transplante em todo país. A Campanha Extraordinária de Cadastro de Doadores de Medula Óssea no Amazonas já aguarda doadores para ampliar o cadastro. Hoje, o Hemoam espera um grande público para se cadastrar no registro nacional. O exame para reconhecimento é simples e rápido e pode ser feito entre às 13h30 às 17h, no bloco A da Instituição.

Família busca ajuda

Os familiares de Rishelly, 6, que encontra-se em tratamento para Leucemia Mieloide Aguda (LMA), no Hemoam, estão em campanha de cadastro de doadores voluntários de medula óssea. Desde dezembro de 2009, a menina luta contra a doença e há três anos iniciou acompanhamento na unidade de saúde para Púrpura Trombocitopênica Idiopática (PTI) — uma doença autoimune adquirida — e está em estado grave por conta da leucemia desenvolvida. Sua única esperança de vida é o transplante de medula óssea.
Segundo a tia de Rishelly, Soraia Silva Rodrigues, sua sobrinha é uma guerreira. “Ela é filha única. O pai faleceu há 5 anos e nenhum familiar nosso foi compatível. Sua única chance de sobrevivência é conseguir um doador no banco de voluntários. Já tentamos todos os familiares. Infelizmente não conseguimos. Sei que o povo amazonense é solidário e vai nos ajudar, não só a minha sobrinha, mas todas as pessoas que estão na fila”, comentou.
A coordenadora do Redome no Amazonas, médica Socorro Sampaio, disse que os familiares estão mobilizando amigos da família. “Eles estão na luta para conseguir o maior número possível de candidatos cadastrados, uma vez que a paciente não obteve a resposta desejada no tratamento quimioterápico. A única chance de cura é encontrar um doador compatível”, destacou.