4 de mai. de 2010

Ceará!

No Ceará, 27 pessoas esperam por um transplante de medula óssea. No ano passado, foram realizados apenas sete transplantes em pacientes do Estado e, este ano dois. Mas agora, segundo a diretora do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce), Luciana Carlos, essa realidade irá mudar. "Podemos até zerar a fila de espera por medula óssea", frisa.

Tudo isso, devido a inauguração do prédio onde vai funcionar o primeiro banco público de sangue de cordão umbilical do Nordeste. A expectativa, é que o banco comece a funcionar até julho deste ano. As obras do prédio estão em andamento desde julho de 2009, na sede do Hemoce em Fortaleza e a unidade faz parte de um projeto da Rede Brasilcord, do Ministério da Saúde, que está formando um conjunto de bancos de sangue de cordão umbilical e placentário para atender a demanda de transplantes de medula óssea e pesquisa de células embrionárias.

Atualmente, segundo a assessoria de imprensa do Hemoce, o sistema já conta com quatro bancos instalados, no Rio de Janeiro, em São Paulo, Campinas e Ribeirão Preto. A meta é armazenar cerca de 50 mil cordões umbilicais nos 12 bancos que passarão a formar a Rede, número considerado ideal para, junto com o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), suprir a demanda de transplantes no Brasil. Fonte:DN
Quando se fala em doação de órgãos ou de sangue, agilidade e tecnologia fazem toda a diferença. Para isso, o Ceará estará inaugurando no próximo dia 23 de março dois equipamentos públicos que irão colaborar com pacientes na fila de espera por um transplante de medula óssea, ou uma transfusão de sangue: o banco público de sangue cordão umbilical e a maquina de irradiação sanguínea.