
Biomédico Éder Ruete com as funcionárias do Banco de Sangue
Em parceria com o Hemocentro de Marília, as Faculdades Adamantinenses Integradas (FAI) e o Banco de Sangue da Santa Casa de Adamantina realizam na próxima quinta-feira (6), o cadastro de voluntários para a doação de medula óssea. O voluntário poderá procurar o Banco de Sangue ou o Campus 2 da FAI, das 9 às 21 horas.
Segundo Éder do Nascimento Ruete, biomédico do Banco de Sangue, qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde poderá doar medula óssea. Para o cadastro de voluntários, os doadores preenchem um formulário com dados pessoais e é coletada uma amostra de sangue para testes, que determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente.
Os dados pessoais e os resultados dos testes são armazenados em um sistema informatizado que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante. Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para realizar a doação.
Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível é, em média, de uma em cem mil.
Por isso, são organizados Registros de Doadores Voluntários de Medula Óssea, cuja função é cadastrar pessoas dispostas a doar. Quando um paciente necessita de transplante e não possui um doador na família, esse cadastro é consultado. Se for encontrado um doador compatível, ele será convidado a fazer a doação.
Na região, uma menina de dois anos de idade, de Tupã, que tem aplasia (uma disfunção da medula óssea) espera encontrar um doador compatível.
Segundo Éder do Nascimento Ruete, biomédico do Banco de Sangue, qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde poderá doar medula óssea. Para o cadastro de voluntários, os doadores preenchem um formulário com dados pessoais e é coletada uma amostra de sangue para testes, que determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente.
Os dados pessoais e os resultados dos testes são armazenados em um sistema informatizado que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante. Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para realizar a doação.
Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível é, em média, de uma em cem mil.
Por isso, são organizados Registros de Doadores Voluntários de Medula Óssea, cuja função é cadastrar pessoas dispostas a doar. Quando um paciente necessita de transplante e não possui um doador na família, esse cadastro é consultado. Se for encontrado um doador compatível, ele será convidado a fazer a doação.
Na região, uma menina de dois anos de idade, de Tupã, que tem aplasia (uma disfunção da medula óssea) espera encontrar um doador compatível.