1 de mai. de 2010

Banco de Sangue e FAI realizam cadastro de doadores de medula óssea


Biomédico Éder Ruete com as funcionárias do Banco de Sangue


Em parceria com o Hemocentro de Marília, as Faculdades Adamantinenses Integradas (FAI) e o Banco de Sangue da Santa Casa de Adamantina realizam na próxima quinta-feira (6), o cadastro de voluntários para a doação de medula óssea. O voluntário poderá procurar o Banco de Sangue ou o Campus 2 da FAI, das 9 às 21 horas.

Segundo Éder do Nascimento Ruete, biomédico do Banco de Sangue, qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde poderá doar medula óssea. Para o cadastro de voluntários, os doadores preenchem um formulário com dados pessoais e é coletada uma amostra de sangue para testes, que determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente.

Os dados pessoais e os resultados dos testes são armazenados em um sistema informatizado que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante. Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para realizar a doação.

Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível é, em média, de uma em cem mil.

Por isso, são organizados Registros de Doadores Voluntários de Medula Óssea, cuja função é cadastrar pessoas dispostas a doar. Quando um paciente necessita de transplante e não possui um doador na família, esse cadastro é consultado. Se for encontrado um doador compatível, ele será convidado a fazer a doação.

Na região, uma menina de dois anos de idade, de Tupã, que tem aplasia (uma disfunção da medula óssea) espera encontrar um doador compatível.

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