6 de jul. de 2010

Campanha para doação de Sangue e Medula Óssea

A campanha SEU SANGUE É RARO: DOE, foi idealizada pelos participantes da comunidade “O Teatro Mágico – MG” tendo como objetivo estimular a doação de sangue e o cadastro de doadores de medula óssea, para contribuir com o banco do Hemocentro de Belo Horizonte.
A campanha será realizada no dia 17/07/2010 de 08:00 à 12:00 horas no Hemominas situado à Rua Alameda Ezequiel Dias, 321 Bairro: Santa Efigênia, CEP: 30130-110, contato: (31) 3248-4500.
Incentivando a campanha SEU SANGUE É RARO: DOE, foram doados pelo grupo “O Teatro Mágico”, 2 (dois) kits, um feminino e um masculino, contendo CDs, DVD, camisa e adesivo, que será sorteado entre doadores. O sorteio será realizado no mesmo dia, logo após o encerramento do horário descrito acima.
As pessoas que não puderem doar, mas que levarem duas ou mais pessoas que efetivem a doação, também estarão concorrendo ao kit.
Também estará concorrendo ao kit quem realizar o cadastro para doação de medula óssea.
A campanha visa levar cada vez mais pessoas à doação de sangue e não apenas o sorteio do Kit, que é apenas um atrativo da Campanha no dia especificado.
Vale ressaltar que poderá participar qualquer pessoa que cumpra os requisitos exigidos pelo Hemominas e a doação de sangue pode ser feita todos os dias.
Campanha sem fins lucrativos
Um gesto simples que pode salvar vidas! O processo é simples, rápido e não dói

30 de jun. de 2010

Seja um doador voluntário de medula óssea

O transplante de medula óssea vem sendo bastante divulgado pela mídia, em especial devido ao caso da atriz Drica Moraes, que descobriu ser paciente de leucemia mielóide aguda em fevereiro deste ano e, na manhã de hoje, realizou o procedimento no Hospital Albert Einstein (SP).
Drica recebeu a medula de um doador não aparentado, a partir de busca no REDOME (Resgistro Nacional de Doadores de Medula Óssea) e passa muito bem. Porém, nem todos tem esta mesma sorte. Embora atualmente existam cerca de 1,5 milhão de cadastrados como doadores voluntários, mais de 2.500 pacientes não encontram um doador na família e estão na espera por um doador 100% compatível.
Com o objetivo de mostrar que um simples gesto pode salvar vidas, a ABRALE (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia) realiza anualmente uma campanha de incentivo à doação de medula óssea. Para o esclarecimento de dúvidas com relação ao procedimento do transplante, contamos com a participação de especialistas na onco-hematologia (câncer no sangue), todos membros do Comitê Científico da ABRALE, além de termos o apoio de pacientes que já enfrentaram a doença, ou ainda estão nesta luta, para compartilhar suas histórias
e disseminar que atitudes como esta promovem maior esperança nesta luta diária.

26 de jun. de 2010

Saiba como doar medula óssea

Para se tornar um doador de medula óssea é preciso procurar o Hemorio ou o Inca, onde é coletada uma pequena quantidade de sangue (5 ml) e preenchido um formulário com dados cadastrais.
Qualquer pessoa, entre 18 e 55 anos de idade que não tenha doença infecciosa transmissível pelo sangue pode se cadastrar. Se for verificada compatibilidade com algum paciente cadastrado no Registro de Receptores de Medula Óssea, o doador é, então, convocado para fazer testes confirmatórios e realizar a doação.
Diferente dos transplantes de coração e pulmão, a doação de medula óssea não envolve cirurgia, apesar de o procedimento ser feito em centro cirúrgico, sob anestesia peridural ou geral, e requerer internação por um mínimo de 24 horas.
Nos primeiros três dias após a doação pode haver desconforto localizado, de leve a moderado, que pode ser amenizado com o uso de analgésicos e medidas simples. Normalmente, os doadores retornam às suas atividades habituais depois da primeira semana.
Durante o procedimento cirúrgico, o médico remove com uma seringa a parte da medula óssea alojada na cavidade interna de vários ossos. A medula óssea é então doada intravenosamente ao paciente receptor, como em uma transfusão de sangue.
O transplante de medula óssea é um tratamento indicado para pessoas com leucemias, linfomas e alguns tipos de anemias.
Os interessados em doar podem procurar os locais abaixo:
Instituto Nacional de Câncer (Inca)
No Rio de Janeiro
Serviço de Hemoterapia
Praça Cruz Vermelha, 23
Tel.: (21) 2506-6064
Horário: de segunda a sexta, das 7h30 às 14h30 e aos sábados, das 8h às 12h. Não é necessário agendamento
Hemorio
Tel.: 0800 282 0708 (disque sangue, onde também os voluntários podem agendar uma palestra de esclarecimento sobre doação de medula óssea).
Rua Frei Caneca, 8
Horário: de segunda a sexta, de 8h às 12h
IMPORTANTE
Um doador de medula óssea deve manter seu cadastro sempre atualizado. Caso haja alguma mudança, a pessoa deve entrar em contato com o Registro de Receptores de Medula Óssea (Redome), pelo telefone (21) 3970-4100 ou pelo e-mail redome@inca.gov.br.

25 de jun. de 2010

Campanha de Doação de Medula Óssea

Com o lema “Alguém só tem a ganhar. E você, nada a perder”, a Fundação Municipal de Saúde promove uma campanha para cadastro de doadores de medula óssea. O evento acontece no Centro de Convivência da Feliz Idade, antigo Clube do Xadrez.
A campanha é realizada em parceria com o Hemorio e governo do estado. O objetivo é aumentar o número de pessoas cadastradas no Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome). Neste banco de dados ficam registradas as informações pessoais dos doadores.
Para ser um doador de medula óssea o candidato precisa ter entre 18 e 55 anos e possuir boa saúde. Para o cadastramento no Redome será coletado amostra de sangue para que sejam realizados testes de compatibilidade.
Durante o evento serão realizadas palestras que irão explicar os processos para cadastramento e doação de medula óssea.
A medula óssea é um tecido encontrado no interior dos ossos e tem a função de produzir os componentes do sangue. O paciente que precisa do transplante tem 25% de chance de encontrar um doador compatível entre irmãos. Quando não é encontrado um doador na família, é feita a busca no cadastro de doadores.
Para outras informações, ligue para o Disque-Sangue 0800-2820708 ou acesse o site www.hemorio.rj.gov.br.

20 de jun. de 2010

Campanha de Incentivo à Doação de Medula Óssea

De 14 a 21 de junho acontece a Semana de Incentivo à Doação de Medula Óssea. Embora no Brasil existam cerca de 1,5 milhão de cadastrados no REDOME (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea), mais de 2.500 pacientes não encontram um doador compatível na família e, para o sucesso no tratamento, dependem de um doador voluntário.

Em 2010, a ABRALE (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia) faz uma campanha informativa com cartazes, folderes, spot e videos, além de palestra e chat com especialistas na onco-hematologia.

A campanha tem Astrid Fontenelle, jornalista e apresentadora de televisão, e Narciso dos Santos, ex-jogador da seleção brasileira e dos Santos Futebol Clube e atual treinador da equipe sub-20 do mesmo time, como madrinha e padrinho, respectivamente.

Dentre as pessoas que podem ser beneficiadas com a doação voluntária de medula óssea estão Yara, 62 anos, mãe de dois filhos e que desde o dia 14 de abril está entre idas e vindas na área de isolamento do Hospital Sírio Libanês à espera de um doador, e Gabrielle, jovem com apenas 18 anos que luta contra leucemia e vê no transplante de medula óssea sua única esperança.

E para mostrar que é fácil se tornar um doador, os familiares da Yara e Gabrielle, em parceria com a ABRALE e AMEO (Associação da Medula Óssea) vão organizar um evento aberto, no próximo dia 19 de junho, das 9h às 16h, no condomínio Ilhas do Sul, próximo ao Parque Villa Lobos. No evento estarão presentes pacientes que estão na fila para o transplante ou que já realizaram o procedimento para dividirem suas histórias e mostrar o quanto este simples gesto pode salvar vidas.

Para ser um doador voluntário é necessário:
Ter entre 18 e 54 anos e estar em bom estado de saúde;
Comparecer a um hemocentro de sua região e cadastrar-se no Redome (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea);
Apresentar RG e CPF originais, e fornecer os dados de identificação e localização;
Coletar uma simples amostra de sangue para a realização do exame de compatibilidade, conhecido como Tipagem HLA;
Se houver algum paciente compatível, você será convocado para fazer novos exames.

*Em São Paulo, procurar a Santa Casa de São Paulo.

TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA
É um tipo de tratamento proposto para algumas doenças benignas ou malignas que afetam as células do sangue. Ele consiste na substituição de uma medula óssea doente, ou deficitária, por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma nova medula.

O transplante pode ser autólogo, quando as células precursoras de medula óssea provêm do próprio indivíduo transplantado (receptor). Ele é dito alogênico, quando a medula ou as células provêm de um outro indivíduo (doador). O transplante também pode ser feito a partir de células precursoras de medula óssea obtidas do sangue circulante de um doador ou do sangue de cordão umbilical.

ABRALE - A Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia é uma Organização Não-Governamental (ONG), sem fins lucrativos. Sua missão é divulgar informações e oferecer suporte a pacientes com doenças onco-hematológicas (linfoma, leucemia, mieloma múltiplo e mielodisplasia), mobilizando parceiros para que o melhor tratamento esteja disponível no Brasil. A Associação oferece atendimentos psicológico e jurídico, além de programas educacionais gratuitamente. Informações podem ser obtidas no site www.abrale.org.br ou pelo telefone 0800 773 9973.

16 de jun. de 2010

Atriz Drica Moraes fará transplante de medula óssea

A atriz Drica Moraes, que está internada desde segunda-feira (14) em São Paulo, irá se submeter a um transplante de medula óssea, informou a assessoria de imprensa do Hospital Israelita Albert Einstein nesta quarta-feira (16).
Ela, que mora no Rio, está com leucemia e se internou algumas vezes em hospitais da cidade para sessões de quimioterapia.
O transplante será realizado na unidade do Morumbi, no dia 22 de junho, com doador não aparentado a partir de busca realizada no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME).
Segundo a assessoria, o procedimento para o transplante será feito em três fases. Ele começou nesta quarta-feira, com a quimioterapia preparatória. Após a infusão da medula óssea ela ficará internada para o período de monitoramento da avaliação do sucesso do transplante.
Boa Sorte, Drica!

13 de jun. de 2010

Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME)

Quando não há um doador aparentado (um irmão ou outro parente próximo, geralmente um dos pais), a solução para o transplante de medula é procurar um doador compatível entre os grupos étnicos (brancos, negros amarelos etc.) semelhantes, mas não aparentados. Para reunir as informações (nome, endereço, resultados de exames, características genéticas) de pessoas que se dispõem a doar medula para o transplante, foi criado o Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea (REDOME), instalado no Instituto Nacional de Câncer (INCA). Desta forma, com as informações do receptor, que não disponha de doador aparentado, busca-se no REDOME um doador cadastrado que seja compatível com ele e, se encontrado, articula-se a doação.

Campanha Nacional de Doação de Medula Óssea
Em 2004, o INCA criou um projeto que visava à criação de um modelo de recrutamento de doadores de medula óssea no país, seguido até hoje. Este projeto foi uma parceria com hemocentros, empresas, organizações governamentais e ONGs. A proposta adotada na época foi a de não fazer campanhas abertas à população, mas focar em um doador mais comprometido e informado a respeito da doação de medula óssea. Por isso, a opção foi fazer parcerias com empresas para captar doadores entre os funcionários. Outro ponto importante das parcerias com as empresas era regionalizar o cadastro, ou seja, captar doadores fora do eixo Sul / Sudeste. Organizações com filiais em diversos estados do país eram fundamentais para alcançar este objetivo.

O resultado deste projeto foi o grande aumento do REDOME que, em 2003, só oferecia 11% do material utilizado para os transplantes. A meta de 250 mil doadores cadastrados até 2007 foi atingida no primeiro semestre de 2006. Hoje, o Registro já responde por 60% dos doadores encontrados e em 2010 já alcançou a marca de um milhão e 400 mil doadores cadastrados.

Apesar de crescente, este número ainda é insuficiente para atender a todos os pacientes que precisam de transplante principalmente pelo fato da probabilidade de se achar um doador compatível dentro do Brasil ser de um em cem mil.


Existem critérios para selecionar os pacientes que passam pelo transplante?
O critério é a entrada no sistema do Registro Brasileiro de Receptores de Medula Óssea (REREME) através do qual será efetuada a conexão com os dados existentes no REDOME e a localização do doador. Se o paciente tem a indicação do transplante e for inscrito no REREME, ele fará o procedimento (transplante) logo que for localizado o doador. O transplante só não será realizado uma vez que o estado geral do receptor piore.

Quantos hospitais fazem o transplante no Brasil?
São 55 centros para transplantes aparentados e 14 para transplantes com doadores não-aparentados: INCA, HCFF da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Hospital de Clínicas da Universidade de São Paulo (HCUSP), Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (HCUFPR), Universidade de Campinas (UNICAMP), Centro Infantil Boldrini de Campinas, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Hospital Amaral Carvalho - Jaú/SP, Hospital Real Português-Recife/PE, Hospital Santa Marcelina-SP, GRAAC, Hospital São Paulo-EPM e Hospital Albert Einstein-SP/SP.

Quantos transplantes o INCA faz por mês?
A média é de dois transplantes com doadores não-aparentados. Mensalmente são realizados sete transplantes do tipo autólogo (de uma pessoa para si mesma) e com doador aparentado.

O que a população pode fazer para ajudar os pacientes?
Todo mundo pode ajudar. Para isso é preciso ter entre 18 e 55 anos de idade e gozar de boa saúde. Para se cadastrar, o candidato a doador deverá procurar o hemocentro mais próximo de sua casa, onde será agendada uma entrevista para esclarecer dúvidas a respeito das doações e, em seguida, será feita a coleta de uma amostra de sangue (10 ml) para a tipagem de HLA (características genéticas importantes para a seleção de um doador). Os dados do doador são inseridos no cadastro do REDOME e, sempre que surgir um novo paciente, a compatibilidade será verificada. Uma vez confirmada, o doador será consultado para decidir quanto à doação.
O transplante de medula óssea é um procedimento seguro, realizado em ambiente cirúrgico, feito sob anestesia geral, e requer internação de, no mínimo, 24 horas. Saiba mais.

Importante: um doador de medula óssea deve manter seu cadastro atualizado sempre que possível. Caso haja alguma mudança, a pessoa deve entrar em contato com o REDOME.

REDOME / REREME
Rua do Resende, 195, térreo - Centro - Rio de Janeiro / RJ
Telefones do REDOME.: (21) 3970-2382 / 3970-4100
Telefones do REREME.: (21) 3970-4076 / 3970-4324
Telefax.: (21) 3970-3968
e-mail: redome@inca.gov.br

12 de jun. de 2010

Apelo pela doação de medula óssea

A Associação Pró-Vita faz um apelo para população do Rio de Janeiro pelo cadastramento para doações de medula óssea. E essa não é a única barreira pela qual a associação esbarra. A instituição, que há 15 anos colabora com pacientes, através do apoio às Unidades Públicas de Saúde, e oferece tratamento e transplante de medula óssea, enfrenta também problemas financeiros.

Uma das pacientes que faz o tratamento com apoio da instituição é a menina Melyssa, de 5 anos. Moradora de Campos, a criança já fez seis blocos de quimioterapia, através do Instituto Nacional do Câncer (INCA), e em duas vezes foi parar na UTI. Ela sofre de Leucemia Linfóide Aguda (LLA) e linfomas nos rins e fígado.

Durante os períodos de quimioterapia, Mel sai de Campos para o Centro do Rio, na sede do INCA, e fica internada durante 5 dias para a realização do procedimento, que no seu caso é apenas paliativo. A única chance real de cura é encontrar um doador compatível de medula óssea. A mãe de Melyssa, que trabalha como auxiliar de serviços gerais, faz sempre o apelo para que as pessoas realizem o cadastro voluntário de medula óssea. "São somente 4 ml de sangue", diz.

Desde 2007, a menina faz tratamento no INCA (Instituto Nacional de Câncer) e recebe apoio da Pró-Vita. A Associação trabalha atualmente com o INCA, o HEMORIO e os Hospitais Universitários Pedro Ernesto e Clementino Fraga Filho - Fundão. Além de colaborar em vários projetos nas instituições, como bolsas de estudos para pesquisadores da área, aquisição de equipamentos, programas para melhorar a qualidade de vida de pacientes com poucos recursos financeiros, festas temáticas e comemorativas e reformas.

Atualmente, a Pró-Vita trabalha na construção do Centro de Transplante de Medula Óssea, no HEMORIO, colaborando com verba de aproximadamente R$ 175 mil destinada a equipamentos e instalações. Um dos projetos é a doação de cestas básicas para as mães carentes financeiramente que doam o cordão umbilical dos bebês recém-nascidos, na Pró-Matre ou na Maternidade Carmela Dutra, para o banco de cordão umbilical do INCA.

De acordo com o Hemorio, a esperança para pacientes, como a pequena Melyssa, que não contam com a sorte de terem um parente como doador ideal, é garimparem por uma medula compatível entre desconhecidos. Isso só é possível graças ao Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome). Quando uma pessoa se candidata a doador, sua amostra de sangue passa por um exame, que define suas características genéticas. Estas são lançadas no Redome, que as cruza com as dos pacientes à espera de transplante.

Atualmente, mais de mil pacientes aguardam por um transplante de medula. Por isso, quanto maior a quantidade de doadores cadastrados, maior a chance de se encontrar um doador compatível.

A instituição lembra que o processo de cadastramento é simples e não requer nenhum preparo especial. Basta estar bem de saúde e ter entre 18 e 55 anos (incompletos). As amostras de sangue podem ser realizadas no INCA, que fica na Praça Cruz Vermelha, 23 - Centro (tel.: 2506-6064), de segunda a sexta, das 7:30 às 14:30 e aos sábados, das 8 às 12 horas. No HemoRio, o cadastro é feito às segundas e terças, às 9 horas e num sábado ao mês. É necessário o agendamento prévio pelo telefone 0800 282 0708.

Os interessados em ajudar a Pró-Vita para que ela continue a colaborar com todos esses projetos, podem ligar para o telefone (21) 2206-1615 ou acessando o site www.provita.org.br .

Por que doar medula óssea?

Apesar de ser um processo simples, a doação só pode ser realizada se a medula do doador e do receptor forem compatíveis e a chance disso acontecer é, em média, uma em cem mil. Ou seja, os pacientes que necessitam receber o transplante frequentemente enfrentam sérias dificuldades para encontrar um doador.

Além isso, a doação de medula óssea não causa danos à saúde. Menos de 10 % da medula é retirada do doador e em menos de quinze dias essa quantidade é reposta integralmente pelo próprio organismo. Mais do que isso: para o doador, o procedimento de doação é apenas um incômodo passageiro, mas para aqueles que necessitam receber o transplante, a doação significa a diferença entre a vida e a morte. Doar medula óssea é um ato de solidariedade e de amor ao próximo.

Para se tornar um doador, basta procurar o hemocentro mais próximo, preencher o cadastro e retirar a amostra de sangue.

Há campanhas por todo o Brasil que incentivam esse tipo de doação, como as organizadas pela ABRALE – Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia - , pela AMEO – Associação da Medula Óssea, pela Fundação Pró-Sangue do Hemocentro de São Paulo e pelo INCA – Instituto Nacional do Câncer.

11 de jun. de 2010

PUCRS lança Campanha para incentivar a doação de sangue, órgãos e medula óssea

A PUCRS lança na próxima segunda-feira, 7 de junho, a campanha "Doe Esperança", iniciativa permanente para mobilizar a comunidade acadêmica para a doação de sangue, órgãos e medula óssea. Um show com a dupla Claus e Vanessa marcará a data, a partir das 19h, no Largo da Solidariedade, em frente ao prédio 15 do Campus (avenida Ipiranga, 6681- Porto Alegre), com entrada franca.
Serão três eventos anuais, relativos a cada um dos temas, aproveitando as mais de 30 mil pessoas que interagem diretamente com o Campus, entre alunos, professores, técnicos administrativos e fornecedores. A primeira ação será no dia 18 de junho. Entre os prédios 11 e 30, das 9h às 12h e das 13h30min às 16h, o ônibus do Hemocentro do Rio Grande do Sul fará coleta de amostra de sangue para o cadastro de doadores de medula óssea. A promoção é da Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários, Gerência de Recursos Humanos e Hospital São Lucas da Universidade.

Programação:

18/6 - Enfoque: Doação de Medula Óssea - Ação: Coleta de amostra de sangue para cadastro

25/9 - Enfoque: Doação de Órgãos e Tecidos - Ação: Entrega de folder explicativo

25/11 - Enfoque: Doação de Sangue - Ação: Entrega de folder explicativo


Saiba mais sobre a doação de medula óssea

O que é Medula Óssea? A medula óssea é o tecido encontrado no interior dos ossos, também conhecido popularmente por "tutano", que tem a função de produzir as células sanguíneas: glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e plaquetas.

Quem precisa de Transplante de Medula Óssea? O Transplante de Medula Óssea é indicado principalmente para o tratamento de doenças que comprometem o funcionamento da medula óssea, como doenças hematológicas, onco-hematológicas, imunodeficiências, doenças genéticas hereditárias, alguns tumores sólidos e doenças autoimunes.

Como se tornar um doador? A pessoa precisa ter entre 18 e 55 anos e estar em bom estado de saúde (não ter doença infecciosa ou incapacitante). Ela deve cadastrar-se em um dos centros habilitados para isso, onde será feito um cadastro com dados pessoais e realizada a coleta de uma pequena amostra de sangue. A partir disso, seus dados constarão do Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea (Redome). Se, um dia, houver algum paciente no Brasil (e mesmo em outros países) com características genéticas semelhantes às suas, o doador será convidado a realizar novos testes e doar efetivamente a medula se houver compatibilidade.

Como é feita a doação de medula óssea? Esta é retirada do interior de ossos da bacia por meio de punções com agulhas e seringas. Além dessa, existe outra forma de doar as células progenitoras ou células-mãe da medula óssea: é a aférese, em que o doador é ligado a uma máquina pela qual o sangue de suas veias circula enquanto as células progenitoras vão sendo separadas. O material colhido pode ser utilizado imediatamente ou ser congelado para utilização posterior.

Existe risco para o doador? Os riscos para o doador são praticamente inexistentes. A medula se recompõe em apenas 15 dias. Até hoje não há relato de nenhum acidente grave devido a esse procedimento.

Como é feito o transplante? O transplante só será realizado quando o paciente estiver pronto para recebê-lo, resolução que cabe ao médico que o está acompanhando. O procedimento é simples: após um tratamento que elimina todas as células da medula óssea do paciente, aquelas colhidas do doador são infundidas em uma veia, como se fossem uma transfusão de sangue. Com o passar do tempo, essas células vão se fixar na medula óssea vazia e se multiplicar até recomporem-na novamente.

Como são feitas as buscas do doador? O doador compatível deve ser procurado em primeiro lugar, na família, entre irmãos do mesmo pai e da mesma mãe. Esse não sendo encontrado, o médico do paciente deverá inscrevê-lo no banco nacional de receptores de medula óssea (Rereme) para realização da busca de um doador compatível voluntário cadastrado no registro brasileiro de doadores de medula óssea (Redome).

10 de jun. de 2010

Setor de transplantes de medula óssea da Bahia passa por reestruturação

Todos os cadastros de medula óssea realizados no estado serão arquivados e centralizados num único local para controle de doadores

A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), através da coordenação do Sistema Estadual de Transplantes (Coset), está reestruturando a área de transplante de medula óssea. A partir de agora, todos os cadastros de medula óssea realizados no estado serão arquivados e centralizados na Fundação de Hematologia e Hemoterapia da Bahia (Hemoba), que se responsabilizará pela supervisão, monitoramento e controle da realização de cadastramento de doadores, bem como pela execução das 2ª e 3ª fases de coleta de amostras, por convocação do Rereme (Registro Brasileiro de Receptores de Medula Óssea), em parceria com o laboratório onde o doador foi cadastrado.

A iniciativa da Sesab, que segundo o médico Eraldo Moura, coordenador do Sistema Estadual de Transplantes, visa facilitar a localização e controle dos doadores quando convocados pelo Redome (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea)/Rereme, foi elogiada pelo diretor do Centro de Tansplante de Medula Óssea do INCA (Instituto Nacional do Câncer), Luis Fernando Bouzas, que destacou o "comprometimento" da equipe da Coset na reorganização dos transplantes de medula óssea na Bahia.

Ainda conforme Eraldo Moura, para viabilizar a reestruturação do transplante de medula óssea, foram realizadas diversas reuniões com representantes da Coset e da Fundação Hemoba, que irão capacitar os técnicos para a captação de doadores de medula óssea, com o objetivo de uniformizar os procedimentos e investir na qualidade do atendimento e na sua conscientização quanto à importância do procedimento. Será também realizado o mapeamento do estado, para melhor orientação das coletas.

SENAI estimula doação de sangue e medula óssea

Florianópolis – A partir de junho, alunos, professores, empresas, pais e outros integrantes da comunidade escolar do SENAI serão estimulados a realizar doação de sangue e medula óssea. O incentivo será feito por meio de cartazes e a da internet, em especial no Portal do Aluno e Portal do Fornecedor.

- Como instituição de ensino, o SENAI percebe as atividades de responsabilidade social também com o caráter educativo. As ações têm a função de contribuir para a sociedade e de conscientizar os estudantes da importância da contribuição para o desenvolvimento da sociedade - explica o diretor regional do SENAI no Estado, Sérgio Arruda.

Sorriso se mobiliza para ter mais doadores de medula óssea

A equipe do banco de sangue do Hospital Regional de Sorriso, com apoio da Secretaria de Saúde, realiza nesta sexta-feira e sábado, das 7 às 17:30h mobilização para a doação de medula óssea. O objetivo é cadastrar as pessoas como doadores de medula óssea. A ação tem por objetivo fazer novos cadastros, informar a população sobre os meios de se tornar um doador e conscientizar as pessoas sobre este importante ato de amor, além de distribuir materiais educativos sobre a doação de medula óssea.
A doação de medula consiste, inicialmente, em um cadastro do possível doador, com seus dados pessoais e um termo de consentimento, onde é colhida uma amostra de sangue (10 ml) para a realização do exame de HLA (histocompatibilidade), responsável pela compatibilidade genética. "Como a chance de encontrar uma medula óssea compatível, em alguém que não seja da família, é de 01 para cada 100 mil pessoas, quanto mais doadores se cadastrarem, maiores serão as chances de salvar vidas, pois existem pacientes ansiosos na espera por um transplante, por isso a necessidade contínua de campanhas de sensibilização", declara a coordenadora do banco de sangue do Hospital Regional, Adriane Spezia.
Para ser um doador de medula óssea a pessoa deve sentir-se bem, apresentar boa saúde, ter a idade entre 18 e 54 anos, não ser portador de doenças infecto-contagiosas e oncológicas, além de estar munido de algum documento com foto, válido no território nacional para a realização do cadastro.

7 de jun. de 2010

Planos de saúde terão novas regras a partir de hoje

07 de junho de 2010

As novas regras da Agência Nacional da Saúde Suplementar (ANS) entraram em vigor hoje (7), em todo o país. A determinação obriga as empresas a incluir 70 procedimentos na cobertura básica e ampliar o limite de consultas em algumas especialidades.

A mudança inclui a cobertura obrigatória de transplante de medula óssea por parentes ou plano de medula e o exame de imagem com identificação de câncer em estágio inicial e avançado.

Conforme a Associação Brasileira de Medicina de Grupo, representante dos planos de saúde, os novos clientes sentirão os custos adicionais gerados pelas novas normas.

FSP realiza campanha para incentivo de doação de medula óssea

A iniciativa será aberta ao público em geral na terça (8) e quinta-feira (10), na sede da Faculdade Pernambucana de Saúde

O diretório de alunos do curso de medicina da Faculdade Pernambucana de Saúde (FPS), em parceria com a International Federation of Medical Students Associations of Brazil IMFSA- Brazil, e com a ONG Atmo, realiza uma campanha de incentivo a doação de medula óssea.

A iniciativa será aberta ao público em geral na terça (8) e quinta-feira (10), na sede da FPS. O horário será das 8h30 às 12h30, e das 13h30 às 21h30. O objetivo é conscientizar a população da importância de ser m doador voluntário e, dessa forma, aumentar o número de doadores de sangue.

Vamos ajudar o pequeno Luciano!!!

"As grandes oportunidades de ajudar os outros raramente acontecem,
mas as pequenas surgem todos os dias."

Pessoal,

A corrente do bem não tem fim!

O macacão que o piloto de Rally Cross Country, Guido Salvini, da Salvini Racing, doou à Liga da Medula, para ser rifado em benefício da Campanha da Maria Júlia, está sendo rifado novamente.

O ganhador o doou também. E agora a rifa é em prol do nosso querido Luciano Bonfá, que precisa muito da ajuda de todos para comprar medicamentos e prosseguir no seu tratamento!

Ao comprar uma rifa, você estará fazendo muito mais do que concorrer a um macacão de um campeão!

Você estará fazendo parte desta corrida do bem rumo à solidariedade e à saúde do nosso querido guerreiro Luciano Bonfá!
Contamos com a participação de todos! Juntos venceremos!
Abraços.
Escrito por Marília Gabriela - Liga da Medula -B.H.

"Faça todo o bem que você puder, com todos os recursos que você puder, por todos os meios que você puder, em todos os lugares que você puder, em todos os tempos que você puder, para todas as pessoas que você puder, sempre e quando você puder." (John Wesley)

19 de mai. de 2010

Medo!

Tópico da comunidade Doe Medula Óssea: http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=118779&tid=5465537526118149004&start=1


oi! sou doadora de sangue,e faz um tempinho que me interesei em doar medula,MAS A VERDADE É QUE TENHO MEDO.O QUE DEVO FAZER???


Rose
Bom você ter postado sobre o seu medo.
Muitas pessoas tem esse medo.
Eu sou doadora, mas ainda não consegui um compatível. Espero com muita força que apareça alguém que possa receber minha medula.
Medo? Claro... deve até doer um tanto, mas COM CERTEZA nem de longe se compara a dor de alguém que espera anos numa fila e vê sua vida se esvaindo a cada sessão de quimioterapia. Nem de longe se compara a dor de uma mãe que vira noites ao lado de um filho num leito de hospital, assistindo impotente a sua agonia...

Para que a gente perceba o real tamanho do nosso medo, é só fazer uma visita no setor oncológico de qualquer hospital, conversar com alguns pacientes que aguardam um doador e ver a real insignificância da nossa preocupação. Nosso medo é de uma agulhada. O deles é de não voltar para casa.

18 de mai. de 2010

Cadastro de doadores de medula óssea cresce, mas ainda precisa ser muito maior!


No intervalo de menos de 90 dias, Rita de Lourdes Bueno Garcia, 44 anos, passou da condição de uma mulher sadia para a de uma pessoa condenada à morte. Quando, em dezembro de 2003, ela entrou no consultório médico, ouviu a frase: “Você está para morrer”. Portadora de mielodisplasia, doença caracterizada pela falência progressiva da medula óssea, ela tinha apenas um mês para ser salva.

Na batalha contra o tempo, Rita venceu, graças à irmã, Ângela Aparecida, 48 anos, que doou sua medula para o transplante. Nem todas as vítimas de doenças sanguíneas, porém, têm a mesma sorte. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), até julho de 2008, 5,6 mil brasileiros morreram, à espera de um doador. O número de pessoas que precisam de um transplante é estimado em 5 mil, mas, a cada ano, pode aumentar. Somente em 2010, por exemplo, os novos casos de leucemia, uma das diversas patologias relacionadas ao sangue, devem chegar a 9.580. Reportagem de Paloma Oliveto, no Correio Braziliense.
Para os pacientes, o transplante pode ser a única esperança de sobrevivência. Porém, a expectativa esbarra na falta de compatibilidade. Para a medula não ser rejeitada pelo organismo, o material genético do doador e o do receptor têm de ser o mais semelhante possível — é por isso que, geralmente, a doação costuma ocorrer entre irmãos. Segundo o Inca, a chance de se encontrar uma medula compatível é de uma em 100 mil.
Essa proporção desfavorável, porém, pode mudar. Quanto maior a oferta de medulas ósseas para doação, maior a probabilidade de um paciente conseguir achar, mesmo que do outro lado do mundo, alguém compatível. Atualmente, há 1,4 milhão de pessoas cadastradas no Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea (Redome), instalado no Inca. O número de gente disposta a ajudar vem aumentando. Se, em 2003, o Redome oferecia apenas 11% do material utilizado para os transplantes, hoje, o percentual já é de 60%. No ano passado, as chances aumentaram para os brasileiros, pois o país passou a integrar o National Marrow Donor Program, maior rede de registros de doadores de medula óssea do mundo, que permite a permuta do material entre as nações participantes.
Apesar do maior interesse na doação e da adesão do Brasil ao banco de dados internacionais, ainda falta muito para garantir a sobrevivência dos pacientes que precisam de um transplante. “O número de pessoas dispostas a doar ainda não supriu a necessidade real”, diz a farmacêutica bioquímica Maria Ordália Ferro Barbosa, presidenta do 37º Congresso Brasileiro de Análises Clínicas e do 10º Congresso Brasileiro de Citologia Clínica, que começam hoje em Goiânia. No evento, será lançada uma campanha de doação entre os participantes. “Temos 4 mil inscritos. Se um quarto deles aderir, já será excelente”, diz a presidente.
De acordo com a farmacêutica bioquímica, o maior entrave para o aumento do número de doadores é a desinformação. “Em primeiro lugar, as pessoas confundem medula óssea com medula espinhal. Acham que, para doar, têm de tirar um pedaço da coluna, e acabam se assustando”, diz. “Na verdade, a medula óssea é outra coisa. É um tecido líquido, gelatinoso, que fica dentro do osso”, explica. Nesse líquido, também conhecido como tutano, o organismo fabrica os elementos do sangue, como leucócitos, hemácias e plaquetas.

Riscos mínimos

A doação é um procedimento simples, realizado com segurança. O doador recebe anestesia em um centro cirúrgico. Depois, o cirurgião faz punções com agulhas nos ossos posteriores da bacia e aspira a medula. O volume máximo retirado é de 15%, quantidade que se recompõe naturalmente em poucos dias. “Na doação, o que se faz é tirar um pouco das células do sangue, que logo depois volta ao normal. A pessoa pode doar a medula óssea quantas vezes quiser”, esclarece Ana Lúcia Cornacchioni, oncohematologista do Instituto de Tratamento do Câncer Infantil, de São Paulo, e membro do comitê científico da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia. Também não há comprometimentos à saúde do doador — os riscos são os de qualquer procedimento que exige anestesia, como, por exemplo, a extração de um dente. Em média, são necessários apenas sete dias para voltar às atividades normais.
Outra informação praticamente desconhecida é que o fato de uma pessoa se cadastrar no Redome não significa que ela terá, necessariamente, de doar a medula óssea. Quando decide entrar para o banco de dados, o indivíduo deve ir ao hemocentro, onde são coletados entre 5ml e 10ml de sangue. A amostra é analisada do ponto de vista genético e as informações vão para o cadastro de doadores. Todas as vezes em que um novo paciente precisa do material, o Redome verifica a compatibilidade genética, a partir dos dados armazenados. Se for identificado um doador em potencial, este é consultado. Caso desista de doar, ele não é obrigado a se submeter ao procedimento.
“Quando você fala que vai doar, na verdade você não vai ao hemocentro fazer a doação. Na verdade, você vai só se inscrever. Ninguém vai tirar a sua medula óssea”, enfatiza Ana Lúcia Cornacchioni. Ela mesma está no registro brasileiro há 10 anos e nunca houve um paciente compatível para que a médica tivesse a oportunidade de doar a medula óssea.
“O Brasil é um país muito miscigenado, o que dificulta o encontro de um doador compatível. Por isso, quanto mais pessoas se cadastrarem, maior a oportunidade de um paciente se beneficiar”, lembra a oncologista. “Além disso, quanto maior o registro, maior a possibilidade de os bancos internacionais fazerem permutas de material com o Brasil. Se você tem um paciente com ascendência inca ou asteca, por exemplo, é mais difícil achar alguém compatível, pois trata-se de etnias muito restritas. Então, é necessário aumentar as opções de doadores nos bancos mundiais”, diz Ana Lúcia Cornacchioni, que torce para um dia conseguir doar a medula óssea. “Para mim, vai ser uma grande alegria. Ajudar a curar alguém é muito recompensador.”

Emoção

Sempre que conversam sobre o transplante ao qual foi submetida há quase 10 anos, Rita de Lourdes e Ângela Aparecida se emocionam. “Ela me deu a vida de volta”, diz Rita, sobre a irmã mais velha. O sofrimento pelo qual a vítima de mielodisplasia passou é uma amostra das dificuldades enfrentadas por pessoas que sofrem com doenças sanguíneas.
Em 22 de setembro de 2003, Rita sentiu uma fraqueza profunda e não conseguia mais andar. Hospitalizada, fez vários exames, mas a médica que a atendeu disse que não era nada grave. “Ela falou que era só uma anemia. Mas eu tinha vários pontos roxos e vermelhos na pele, além de zumbido no ouvido e sangramentos frequentes. Eu sangrava dia e noite, e também suava muito”, relata. “Procurei outro médico e pedi pelo amor de Deus que me ouvisse. Ele me passou uma biópsia de medula.”
Menos de três meses depois do primeiro sintoma, numa quinta-feira de dezembro, Rita chamou os irmãos e avisou que sua vida estava por um fio. Ambos fizeram os exames de compatibilidade, sendo que o material genético de Ângela Aparecida era o mais próximo. “O médico é uma pessoa maravilhosa, um deus de bondade e sabedoria. Mas ele foi muito claro. Disse que eu teria de passar pela quimioterapia para matar o que restava da minha própria medula óssea e, se sobrevivesse, faria o transplante”, recorda Rita. Mãe de duas crianças que, à época, tinham 4 e 12 anos, ela decidiu passar o ano-novo com a família antes de se submeter às intervenções.
O transplante foi feito em 6 de janeiro em 2004. “Eu tinha uma hemorragia contínua e era muito difícil conseguir colocar o cateter. Só consegui em 28 de janeiro. Foi quase um mês de desespero. Enquanto eu esperava, vi muita gente morrendo. De 15 que fizeram o transplante ao mesmo tempo que eu, só dois sobreviveram. Não é fácil”, conta. No hospital, Rita conheceu a história de pessoas cujos próprios familiares se negaram a doar a medula óssea. “As pessoas têm de saber que, para quem doa, não é perigoso nem dolorido. Minha irmã, por exemplo, estava dirigindo normalmente na mesma semana. Para o doador, é muito simples. Para quem precisa, significa a vida”, resume.

ATMO

http://www.youtube.com/watch?v=Vn5TpyJS35E

9 de mai. de 2010

GRANDE ALEGRIA: O AFONSO JÁ TEM DADOR

Os meus amigos Graça e André Couto estão felizes. O seu filho Afonso já tem um dador de medula óssea que lhe poderá salvar a vida. Estou também muito feliz. Deixo-vos aqui o seu comunicado:

Queridos Amigos,

É com uma enorme confusão de sentimentos que escrevemos esta mensagem.

Graças a Deus, o Afonso já tem dador compatível! É um enorme alívio para nós saber que finalmente o nosso filho vai poder receber a fase final da terapia curativa com maior probabilidade de curar esta maldita doença que decidiu atravessar-se no nosso caminho e no ainda curto percurso de vida do nosso querido Afonso.

Fechamos um ciclo e abrimos um outro ciclo, o ciclo do transplante de medula, de muitos riscos, de muita ansiedade, com um longo período de recuperação, mas também de muita, muita esperança. Esperança de que esta doença nunca, mas NUNCA mais volte e de que o nosso filho venha a ter uma nova vida, que começa agora, na altura em que ele precisamente vai completar sete anos!

Queremos muito agradecer do fundo do nosso coração a todas as pessoas que de uma maneira ou de outra estiveram envolvidas nesta campanha de solidariedade em torno do nosso filho e esperamos sinceramente termos contribuído para que hoje ou amanhã outras vidas possam vir a ser salvas no mundo. Queremos também manifestar o nosso agradecimento profundo a toda a equipa médica e de enfermeiros que permitiram que chegássemos até aqui e a toda a equipa envolvida na busca de um dador compatível.

Este foi um período muito conturbado das nossas vidas, em que crescemos, aprendemos, vivemos muito intensamente cada minuto, e aqui chegados, apenas vos podemos agradecer por terem estado ao nosso lado, por terem divulgado, por terem acarinhado esta causa.

Continuaremos a lutar contra a leucemia e a ajudar todos quantos precisam. Não podemos mais ser indiferentes depois de termos vivido o que vivemos, de termos visto o que vimos, de termos sentido o que sentimos. Por favor, não fiquem indiferentes!


Um grande OBRIGADO a todos!!
Graça e André

Fonte

Projeto auxilia no cadastro de doadores medula óssea


Através do projeto Captação de Doadores de Medula Óssea, do Departamento de Enfermagem (Denf) da Unicentro, estão sendo realizadas campanhas para cadastro de novos doadores de medula óssea em Guarapuava.
Isabella Abreu, docente do Denf e uma das coordenadoras do projeto, destacou que, com intuito de aumentar o número de indivíduos cadastrados como doadores voluntários de medula óssea, o projeto organiza e participa de palestras, campanhas e conscientização de cadastramento de doadores em diferentes segmentos da sociedade.
A professora Isabella contou que desde o início das atividades já foram realizadas campanhas na Unicentro (campi Cedeteg e Santa Cruz), com aproximadamente 140 cadastros, e na Industria Santa Maria, com 144 cadastros. No mês de maio será realizada campanha na Repinho, nos dias 12, 13 e 14.
Atualmente, atuam no projeto dois professores do Departamento de Enfermagem da Unicentro, 12 alunos de Enfermagem e duas alunas voluntárias do curso de Serviço Social.
Outras informações no Denf (com as professoras Isabella ou Vanessa) e no Hemocentro de Guarapuava. Também no site:www.unicentro.br/arquivox/medula.asp

Os olhos de quem precisa de medula óssea estão voltados para Bataguassu

Os olhos de quem precisa de transplante de medula óssea estão todos voltados para a cidade de Bataguassu, na costa leste de Mato Grosso do Sul.

Dezenas de voluntários, coordenados pela prefeitura de Bataguassu, através da Secretaria Municipal de Saúde em parceria com o Grupo Madu Medula, de Presidente Prudente (SP), transformaram o Centro de Eventos 'João Leme' num grande laboratório para cadastrar esses doadores de medula óssea.

"Durante dias fizemos divulgação através de radio, propaganda volante, panfletagem e chamamentos individuais. Graças a Deus deu o resultado esperado", declarou o secretário de Saúde, Dr. Junior.A doação termina as 17 horas. Para se cadastrar é necessário o RG.

TMO

Entre as internações no hospital de Ribeirão Preto e os dias na Casa do Grupo de Apoio aos Transplantados de Medula Óssea foram 14 meses longe, mas nem por isso Mariléia Garcia deixou de estar conectada à região sul do estado. O laptop foi a companhia de Mariléia até no hospital e com o Portal Engeplus aliviou as saudades de casa.

Acompanhou as eleições, a reconstrução da igreja da Próspera e lembra de todas as enchentes que assolaram a região nos últimos anos. “Quando meus pais ligavam, eu comentava os acontecimentos e eles diziam que eu sabia muito mais do que acontecia em Criciúma do que eles. O portal foi meu companheiro e nunca deixei de ter notícias da região”, diz.

Além das horas na internet, a “menina dos olhos dos médicos”, assim chamada pela raridade no transplante entre mãe e filha, destinava o tempo livre ao artesanato. Com Tamires, que ficou acompanhou parte da recuperação da mãe no hospital, montaram um bazar. Uma pintava e a outra bordava até nas madrugadas. “Era para passar o tempo e transformou-se numa renda devido a tantos pedidos”, recorda ela, liberada para um passeio pela primeira vez 100 dias após o transplante.

“A luta foi muito grande. Nos primeiros dias após o transplante contei 10 mortes por rejeição ao meu redor. Foi ai que pediram para eu parar de contabilizar.” Hoje Mariléia continua acompanhando as notícias da cidade online e usa o meio virtual para manter a amizade com quem ficou no hospital.

Seja solidário!

Notícia retirada do Blog sanguemedula.blogspot.com

Inscrevam-se!!!!!!!

Pré-inscrição para dadores de medula óssea

O nosso grupo está a planear uma inscrição de dadores de medula óssea. Para tal ocorrer, como nos foi dito pelo CEDACE, teremos de elaborar uma lista de 100 pessoas, entre os 18 e 45 anos, que estejam dispostas a participar. Por isso, se deseja entrar nesta lista, envie-nos o seu nome completo e contacto para o email sanguemedula@gmail.com. Seja solidário! Inscreva-se!

Atibaia entra na campanha de doação de medula em julho

“Doar medula óssea é um ato de amor”. Esse é o slogan da campanha realizada pelo Hospital de Câncer de Barretos – Fundação Pio XII, em várias regiões do Brasil. Na última terça-feira, dia 4, uma equipe de profissionais do hospital visitou a Câmara Municipal de Atibaia, conversou com a secretária municipal de Saúde, Gorete Pinaffi Heger, e ministrou palestra no plenário do Legislativo sobre a importância da Campanha de Possíveis Doadores de Medula Óssea, que será realizada em Atibaia do dia 27 ao dia 31 de julho. O objetivo é aumentar o cadastro de possíveis doadores no Brasil, hoje com 1,5 milhão - contra 9 milhões nos Estados Unidos.
“O tratamento para pacientes com problemas na medula óssea não está nos laboratórios, nem nas farmácias, pode estar em cada um de nós e essa é a grande dificuldade que as pessoas que têm essa doença enfrentam”, falou ao público a analista de captação de doadores de medula óssea, do Hospital de Câncer de Barretos, Daniele Muriel de Oliveira, que ministrou a palestra. Segundo o Instituto do Câncer, as chances de um paciente encontrar um doador é de um para 100 mil no Brasil.
O problema enfrentado pelos pacientes é que os doadores precisam ter suas características genéticas 99,9% compatíveis com a do receptor, o que torna a probabilidade muito baixa, em especial no Brasil, o país com maior miscigenação do mundo. “O objetivo da campanha é justamente aumentar o cadastro de possíveis doadores. Cada um que conseguimos conquistar para o cadastro é uma esperança a mais de sobrevivência para muitas pessoas. O transplante de medula é a última chance de vida para uma pessoa que já passou por todos os outros tratamentos”, explicou Daniele.
A campanha em Atibaia será realizada em três ou quatro pontos fixos da cidade, sensibilizando e agregando voluntários. A expectativa é que de 8% a 10% da população se cadastre como doador. “É preciso que as pessoas se sensibilizem, se apaixonem pela causa e acreditem que não precisa acontecer com alguém da família para ajudar. Ajudar outras pessoas a ter uma esperança de vida vale muito a pena”, continuou a palestrante. No período que antecede a data da campanha a equipe do hospital estará agendando visitas à cidade para ações de sensibilização e divulgação.
A iniciativa da Campanha de Possíveis Doadores de Medula Óssea é da Ordem Demolay de Atibaia (Capítulo Danilo Edmir Trevisan) – sociedade paramaçônica juvenil –, com o apoio da Câmara Municipal e da Prefeitura. “A Ordem Demolay é responsável por 52% dos cadastros que conquistamos em nossas campanhas”, afirma Daniele.
Na quarta-feira (5) outra palestra foi realizada no Centro Paula Souza – ETEC Carmine Biagio Tundisi, no Jardim Cerejeiras, para os estudantes do curso de Enfermagem, que também poderão se candidatar como voluntários para o trabalho de cadastramento. A palestra foi ministrada pelas enfermeiras Alessandra da Silva Maldonado e Mariana Fabro Mengatro, responsáveis pela captação de doadores do Hospital de Câncer de Barretos.
Os interessados em maiores informações podem visitar o site do hospital no endereço www.hcancerbarretos.com.br.

Saiba mais
A medula óssea é um tecido líquido-gelatinoso que ocupa o interior dos ossos, sendo conhecida popularmente por “tutano”, e onde são produzidos os componentes do sangue - as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas. Enquanto a medula óssea é um tecido líquido que ocupa a cavidade dos ossos, a medula espinhal é formada de tecido nervoso que ocupa o espaço dentro da coluna vertebral e tem como função transmitir os impulsos nervosos, a partir do cérebro, para todo o corpo. O transplante de medula óssea é um tipo de tratamento proposto para algumas doenças que afetam as células do sangue, como leucemia e linfoma.
O transplante consiste na substituição de uma medula óssea doente, ou deficitária, por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma nova medula saudável. O transplante pode ser autogênico, quando a medula vem do próprio paciente. No transplante alogênico, a medula vem de um doador. O transplante também pode ser feito a partir de células precursoras de medula óssea, obtidas do sangue circulante de um doador ou do sangue de cordão umbilical.
Segundo o Instituto do Câncer, mil pessoas no Brasil procuram o transplante de medula óssea no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea. Para se tornar uma doadora, qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde pode se candidatar. A medula é retirada de ossos da bacia, por meio de punções, e se recompõe em apenas 15 dias. Os doadores preenchem um formulário com dados pessoais e é coletada uma amostra de sangue com 5ml para testes. Estes testes determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente. Os dados pessoais e os resultados dos testes são armazenados em um sistema informatizado, que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante.
Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para realizar a doação.

Fonte

Doação de medula óssea (Ijuí)

A Associação de Apoio a Pessoas com Câncer (AAPECAN) tem campanha de doação de medula óssea no dia 22, em Ijuí.

Criada pelo médico Paulo da Siqueira Vasques, em Caxias do Sul, a Associação possui escritórios em 12 municípios gaúchos, atendendo, atualmente, cerca de 1.400 portadores de câncer. A entidade fornece auxílio material, médico é até jurídico, já que é comum os portadores de câncer terem de recorrer ao Poder Judiciário para manterem seu tratamento, muitas vezes fora do alcance financeiro do portador.

A campanha foi divulgada esta semana, em Panambi, pelo assessor de comunicação, da AAPECAN, Paulo Vilson Marques, de Santa Maria, e pela assistente social Giovana Copatti, do escritório de Ijuí.

INFORMAÇÃO
A Associação também vem distribuindo o folheto “Seja um doador voluntário de medula óssea”, com informações sobre o que é a medula óssea, quais os tipos de transplante e, também com depoimentos de pessoas que puderam, através do recebimento de medula, retomar sua vida normal. O folheto é uma iniciativa da Comissão Permanente de Participação Legislativa Popular, da Assembléia Legislativa, presidida pelo deputado Jerônimo Goergen.

Paulo e Giovana esclarecem que, na campanha do dia 22, na Praça da República (Ijuí), o doador irá preencher um termo de consentimento e terá retirado 5 mililitros (ml) de sangue, para tipagem HLA (características genéticas essenciais para a seleção de um doador). Os únicos documentos que o doador em potencial deve levar consigo são RG e CPF. Os doadores devem ter entre 18 e 55 anos de idade.

“Asa Morena” cadastra 180 novos doadores de medula óssea

A Ong “Asa Morena – em nome da vida” cadastrou, nesta quarta-feira (28), com a supervisão técnica do Hemonúcleo Regional de Sorocaba, 180 novos possíveis doadores de medula óssea na Veris Faculdade.
O evento fez parte do trote solidário da instituição e sensibilizou estudantes, professores e funcionários.
Qualquer pessoa com boa saúde e idade entre 18 e 55 anos pode se cadastrar.
No ato do cadastramento, o voluntário tem coletados 5 ml de sangue, que serão usados para um exame específico, que vai indicar a compatibilidade do possível doador com o futuro paciente.
Vale ressaltar que o cadastramento também pode ser feito de segunda a sábado, no Hemonúcleo Regional de Sorocaba, das 7h30 às 12h30.

Campanha para Recolha de Medula no dia 12

A Câmara de Lousada associa-se ao Centro de Histocompatibilidade do Norte (CEDACE) na recolha de medula óssea.

Esta iniciativa vai decorrer na próxima quarta-feira, dia 12, no Espaço AJE, entre as 10h00 e as 16h00. São necessários alguns requisitos para ser dador de medula óssea: ter entre 18 e 45 anos, ser saudável, ter peso mínimo de 50 quilos e nunca ter recebido transfusão sanguínea.

A Vereadora da Saúde, Cristina Moreira, salienta que "a autarquia associa-se a esta iniciativa pela importância dos actos de solidariedade entre as pessoas. O objectivo principal desta iniciativa é que tenhamos a possibilidade de salvar a vida de alguém".

As pessoas que pretendam colaborar nesta iniciativa têm apenas de se sujeitar a uma colheita de sangue. Posteriormente, se for identificado um doente com compatibilidade, o dador pode ser chamado para efectuar testes mais específicos, de modo a que seja feita a colheita de medula óssea.

Fonte

Clube de Aventureiros realiza campanha “Vida por Vidas” no Ironbound

O Clube de Aventureiros & Desbravadores de Newark, New Jersey, estão trazendo à comunidade do bairro do Ironbound o programa “Vida por Vidas” pela segunda vez. Devido ao sucesso do projeto no ano passado, os Clubes se juntaram e aumentaram forças para salvarem mais vidas através da doação de sangue e medula óssea.

O programa acontecerá em 8 de maio, sábado, e terá início às 10 da manhã com uma passeata de conscientização dos perigos do álcool, cigarro e drogas e se estenderá até às 4pm, na 31 Merchant St. Durante a realização da campanha, haverá doação de sangue e retirada de amostras para doação de medula óssea, além de outros exames gratuitos como: mamografia, prevenção ao câncer cervical (papanicolau), pressão arterial, teste de função pulmonar, teste de dosagem de glicose. Tudo isso em meio às atrações para toda a família: pintura de rosto para crianças, show de fantoches e bonecos vivos, shows musicais e muito mais.

Todas as pessoas estão convidadas a participarem através da doação de sangue e/ou amostra de medula óssea. Você poderá estar salvando uma vida.

Quem poderá doar sangue:

- O doador deverá ter pelo menos 16 anos de idade (com esta idade o pai ou o representante legal deve estar presente para autorizar a doação);

- Um peso mínimo de 110 libras, e não haver doado sangue nos últimos 56 dias;

- A maioria dos diabéticos pode doar sangue;

- Pessoas com até 76 anos de idade podem doar sangue se tiverem uma boa saúde e apresentar uma nota do médico;

- É necessária uma identificação governamental, ou seja, passaporte ou carteira de motorista;

- Deve estar bem alimentado.

Quem não pode doar sangue:

- Se estiver resfriado com dor de garganta;

- Se viajou a algum lugar do mundo que tenha malária;

- Se usar “piercing”, poderá doar 12 meses após o procedimento;

- Tatuagem, se foi feita em NJ não precisa esperar, mas se foi feita em outro estado, somente 12 meses após o procedimento;

- Se tiver sífilis ou gonorréia, somente 12 meses após o tratamento;

- Certos tipos de câncer;

- Ter mantido relações sexuais com alguém que tenha hepatite viral;

- Se for homem e manteve relação sexual com outro homem desde 1977;

- Se for homem ou mulher e manteve relação sexual por dinheiro deste 1977;

- Se usou drogas ilegais com agulha, mesmo que tenha sido apenas uma vez;

- Se tiver hepatite viral;

- Se teve Doença de Chagas;

- Quem recebeu transplante de córnea.

Quem poderá doar a Medula Ossea:

- Quem tiver idade entre 18 a 60 anos;

- E necessário ter um ID governamental, ou seja, passaporte ou carteira de motorista;

Quen não poderá doar a Medula Ossea:

- Quem teve ou tem:

• Diabéticos;

• HIV ou pertence ao grupo de risco;

• Hepatite;

• Todas as formas de doenças coronárias ou câncer;

• Doença pulmonar crônica;

• Se fez cirurgia recente nas costas ou tem problema severo nas costas;

• Doenças como: Lupus, artite reumática, esclerose múltipla;

• órgão ou medula transplantada;

• É obeso.

Não perca a oportunidade de salvar uma vida! Não falta sangue! Faltam pessoas! Falta você! Participe! Para mais informações, ligar para: (862) 234-1665 ou (201) 349-4895, com Itamar ou Carla.

Fonte

Caxias sedia evento para cadastramento de doadores de medula óssea

A Prefeitura de Duque de Caxias, o Hemorio e o Consórcio Intermunicipal de Saúde da Baixada Fluminense (Cisbaf) realizaram nesta quarta-feira o primeiro grande evento para cadastrar doadores de medula óssea da Baixada. O evento ocorreu na Biblioteca Municipal Leonel de Moura Brizola, localizada na Praça do Pacificador, no Centro de Caxias. Ao todo foram recolhidas cerca de 400 amostras de sangue para a identificação de características genéticas e cadastramento na lista de doadores do Hemorio.

O transplante de medula óssea é o único tratamento para certos casos de leucemia, uma doença cuja maior característica é o aumento anormal do número de glóbulos brancos na medula, a tal ponto que pode impedir a produção de sangue no paciente e levá-lo à morte.

De acordo com Regina Lacerda, responsável pelo projeto de cadastro externo de doadores de medula óssea do Hemorio, a equipe se mostrou satisfeita com a ação.

- É importante termos uma boa amostragem de doadores da Baixada Fluminense, uma região com mais de 3,5 milhões de habitantes. As chances de um paciente que precisa de transplante encontrar um doador compatível é de uma em 100 mil. Quanto mais doadores existirem da região onde ele nasceu, maiores são as chances de encontrar uma medula compatível. Vamos agora fazer ações semelhantes em outros municípios da região - disse Regina.

Fonte

Começa hoje campanha de cadastramento para doação de medula óssea

Começou hoje (quinta-feira, 6), e prossegue até o domingo (9), a campanha de cadastramento para doação de medula óssea em Alta Floresta/Rondônia. O objetivo é cadastrar possíveis doadores para integrar a Redome (Rede de Doadores de Medula).

A campanha tem a intenção de auxiliar a Redome a cadastrar um grande número de possíveis doadores, com o objetivo final de salvar vidas.

Ontem a Secretaria Municipal de Saúde, através de agentes do PACs e demais servidores da pasta, em parceria com vereadores e lideranças do município, realizaram um pitstop para divulgar e orientar a população local. Na manhã de ontem (quarta-feira, 5), foi a vez de realizar uma carreata que percorreu as principais ruas e avenidas da cidade.

Para se cadastrar como doador voluntário de medula óssea, a pessoa precisa ter entre 18 e 55 anos e comparecer com a carteira de identidade. O cadastro consiste no preenchimento de uma ficha de identificação e na coleta de um exame de sangue para o teste de compatibilidade (tipagem HLA). É preciso ainda estar bem alimentado. A seguir, os dados do voluntário juntamente com o resultado dos exames são encaminhados para o Redome e ficam a espera de um paciente compatível.
O vereador Manoel da Saúde (PDT), conhecedor do assunto, confirmou os locais onde serão realizados os atendimentos para o cadastramento durante a campanha.

De acordo com o parlamentar, nos dias 6 e 7 de maio, os locais de coleta serão: supermercados – América, Paula e Portus; e postos de saúde: Leonildo Vaz de Lima e Jorge Teixeira. No dia 8, último dia da campanha, serão os seguintes pontos: supermercados – América, Paula e Portus; e postos de saúde: Leonildo Vaz de Lima e Jorge Teixeira; Asberon, Escola JK, Hospital Municipal e Igreja Santo Antônio. Já no domingo, a campanha será realizada na Igreja Nossa Senhora da Penha, durante a festa em comemoração ao dia das mães.

Para Daniel Deina, prefeito de Alta Floresta, ao aderir a campanha, a população estará colaborando não só com as pessoas que saem do município para o Hospital do Câncer em Barretos (SP), onde buscam tratamento, como para as pessoas do mundo todo, num gesto que pode salvar uma ou mais vidas.

Sobre a medula óssea
Muitas pessoas necessitam de transplante de medula óssea e a chance de compatibilidade de sangue é de um para 100 mil. A medula óssea é o tecido encontrado no interior dos ossos, também conhecido popularmente por “tutano”, que tem a função de produzir as células sanguíneas: glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e plaquetas. O Transplante de Medula Óssea é indicado principalmente para o tratamento de doenças do tipo hematológicas, onco-hematológicas, imunodeficiências, doenças genéticas hereditárias, alguns tumores sólidos e doenças autoimunes.

Fonte

Campanha de recolha de medula óssea em Tomar

Tem lugar no domingo, 23 de Maio, junto ao Parque de Campismo de Tomar, uma campanha de recolha de medula óssea que conta com a colaboração de diversas instituições entre as quais, a Clínica Tomar Saúde, a Liga dos Amigos dos Bombeiros de Tomar e a Associação Outonos da Vida.

O objectivo da iniciativa passa por encontrar dadores que sejam compatíveis com Teresa (15 anos), Afonso (6 anos) e Catarina (5 meses), uma vez que estes necessitam de receber uma transfusão de medula óssea para que possam melhorar o seu estado de saúde.

A campanha é dirigida a pessoas que tenham entre 18 e 45 anos e consiste na doação de 12ml de sangue. Os interessados podem ainda levantar um inquérito na PSP, Bombeiros, no Departamento de Cultura da Câmara Municipal de Tomar (Casa dos Cubos) ou na Clínica Tomar Saúde, para se registar como dador.


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Engenheiro alagoano precisa urgente de transplante de medula

O alagoano Sérgio Porangaba, engenheiro mecânico de 36 anos, precisa urgente de um transplante de medula óssea. Sérgio, que atualmente reside em João Pessoa (PB), foi diagnosticado em 2002 como portador de Anemia Aplástica, doença que atinge a medula óssea.

Desde então, vários tratamentos foram realizados e hoje ele precisa receber transfusões de sangue semanalmente. Como todos os tratamentos possíveis já foram esgotados, a chance de cura agora está em um transplante de medula.

A família de Sérgio já fez o teste de compatibilidade e também buscou uma medula compatível no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), ainda sem sucesso. A busca agora é sensibilizar as pessoas para aumentar a quantidade de doadores registrados, pois quanto mais gente cadastrada, maior a probabilidade de encontrar uma medula compatível.

A doação de medula é um procedimento simples. O voluntário, que deve ter boa saúde e idade entre 18 e 55 anos, pode se dirigir ao Hemoal, no bairro do Trapiche. Antes do procedimento, ele preenche um formulário e é coletado apenas 5ml de sangue, que será utilizado para descobrir o código genético.

Os dados são remetidos para o Redome, no Rio de Janeiro e, caso seja encontrado algum paciente compatível, o voluntário é convocado para se submeter a exames que irão comprovar a compatibilidade com o receptor.

Transplante

O transplante de medula óssea é a única esperança de cura para alguns portadores de doenças que afetam o sangue. O doador não precisa mudar seus hábitos, trabalho ou alimentação. A doação é feita sob anestesia e não causa qualquer comprometimento à saúde do doador.

RBS TV realiza reportagem sobre campanha de medula óssea

A importância da doação de sangue para medula óssea. Essa foi a reportagem de capa da RBS TV Caxias que entrevistou doadores voluntários de medula óssea e também falou da intensificada campanha pelo jovem Bruno Basso, cadastrado na AAPECAN de Bento Gonçalves e que está precisando urgente de uma doação de medula para continuar a viver.
A reportagem ainda entrevistou a diretora regional do Hemocs, Márcia Leite.

5 de mai. de 2010

Hemorio cadastra doadores de medula óssea em Duque de Caxias


Saiba onde e como se tornar um doador.
Transplante é indicado para casos de leucemias, linfomas e anemias.


A prefeitura de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, o Hemorio e o Consórcio Intermunicipal de Saúde da Baixada fazem nesta quarta-feira (5) o primeiro grande cadastro de doadores de medula óssea. Quem estiver interessado em participar deve ir entre 9h e 15h à Praça do Pacificador, no Centro do município.

Veja mais informações sobre o transplante de medula óssea no site do Hemorio

Segundo a prefeitura de Caxias, serão recolhidas apenas uma pequena amostra de sangue dos doadores para identificar as características genéticas. O candidato tem que ter entre 18 e 55 anos incompletos, estar bem de saúde e levar um documento com foto, como carteira de identidade, motorista ou profissional.

O transplante de medula óssea é um tratamento indicado para pessoas com leucemias, linfomas e alguns tipos de anemias. Para se tornar um doador é preciso procurar o hemocentro da cidade, onde será coletada uma pequena quantidade de sangue (5 ml) e preenchido um formulário com dados cadastrais.

Se for verificada compatibilidade com algum paciente, o doador é, então, convocado para fazer testes confirmatórios e realizar a doação. Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível é, em média, de uma em cem mil.

Veja abaixo algumas informações importantes para se tornar um doador de medula óssea, de acordo com o Hemorio:

O que é?
A medula óssea é o tecido que produz as células do sangue. Fica numa parte conhecida popularmente como "tutano do osso".

Quem precisa do transplante?
Pacientes com leucemias, aplasia de medula, linfomas, mieloma e outras doenças necessitam de um tratamento especial, denominado transplante de medula óssea.

O que fazer para ser um doador?
O voluntário precisa ter entre 18 e 55 anos e estar em bom estado de saúde. Depois, basta colher um simples exame de sangue para tipagem. O sangue será tipado, que é um teste de laboratório para identificar sua tipagem HLA. A tipagem HLA será cadastrada no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea. Quando aparecer um paciente com uma medula compatível com a sua, o doador será chamado. Novos testes sanguíneos serão necessários para a confirmação da compatibilidade Se a compatibilidade for confirmada, o doador será consultado para decidir a doação.

O doador ficará cadastrado em um Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME) e poderá ser chamado para a doação da medula óssea, quando seu Sistema HLA for compatível com o sistema HLA do paciente que necessita do transplante.


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