19 de mai. de 2010

Medo!

Tópico da comunidade Doe Medula Óssea: http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=118779&tid=5465537526118149004&start=1


oi! sou doadora de sangue,e faz um tempinho que me interesei em doar medula,MAS A VERDADE É QUE TENHO MEDO.O QUE DEVO FAZER???


Rose
Bom você ter postado sobre o seu medo.
Muitas pessoas tem esse medo.
Eu sou doadora, mas ainda não consegui um compatível. Espero com muita força que apareça alguém que possa receber minha medula.
Medo? Claro... deve até doer um tanto, mas COM CERTEZA nem de longe se compara a dor de alguém que espera anos numa fila e vê sua vida se esvaindo a cada sessão de quimioterapia. Nem de longe se compara a dor de uma mãe que vira noites ao lado de um filho num leito de hospital, assistindo impotente a sua agonia...

Para que a gente perceba o real tamanho do nosso medo, é só fazer uma visita no setor oncológico de qualquer hospital, conversar com alguns pacientes que aguardam um doador e ver a real insignificância da nossa preocupação. Nosso medo é de uma agulhada. O deles é de não voltar para casa.

18 de mai. de 2010

Cadastro de doadores de medula óssea cresce, mas ainda precisa ser muito maior!


No intervalo de menos de 90 dias, Rita de Lourdes Bueno Garcia, 44 anos, passou da condição de uma mulher sadia para a de uma pessoa condenada à morte. Quando, em dezembro de 2003, ela entrou no consultório médico, ouviu a frase: “Você está para morrer”. Portadora de mielodisplasia, doença caracterizada pela falência progressiva da medula óssea, ela tinha apenas um mês para ser salva.

Na batalha contra o tempo, Rita venceu, graças à irmã, Ângela Aparecida, 48 anos, que doou sua medula para o transplante. Nem todas as vítimas de doenças sanguíneas, porém, têm a mesma sorte. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), até julho de 2008, 5,6 mil brasileiros morreram, à espera de um doador. O número de pessoas que precisam de um transplante é estimado em 5 mil, mas, a cada ano, pode aumentar. Somente em 2010, por exemplo, os novos casos de leucemia, uma das diversas patologias relacionadas ao sangue, devem chegar a 9.580. Reportagem de Paloma Oliveto, no Correio Braziliense.
Para os pacientes, o transplante pode ser a única esperança de sobrevivência. Porém, a expectativa esbarra na falta de compatibilidade. Para a medula não ser rejeitada pelo organismo, o material genético do doador e o do receptor têm de ser o mais semelhante possível — é por isso que, geralmente, a doação costuma ocorrer entre irmãos. Segundo o Inca, a chance de se encontrar uma medula compatível é de uma em 100 mil.
Essa proporção desfavorável, porém, pode mudar. Quanto maior a oferta de medulas ósseas para doação, maior a probabilidade de um paciente conseguir achar, mesmo que do outro lado do mundo, alguém compatível. Atualmente, há 1,4 milhão de pessoas cadastradas no Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea (Redome), instalado no Inca. O número de gente disposta a ajudar vem aumentando. Se, em 2003, o Redome oferecia apenas 11% do material utilizado para os transplantes, hoje, o percentual já é de 60%. No ano passado, as chances aumentaram para os brasileiros, pois o país passou a integrar o National Marrow Donor Program, maior rede de registros de doadores de medula óssea do mundo, que permite a permuta do material entre as nações participantes.
Apesar do maior interesse na doação e da adesão do Brasil ao banco de dados internacionais, ainda falta muito para garantir a sobrevivência dos pacientes que precisam de um transplante. “O número de pessoas dispostas a doar ainda não supriu a necessidade real”, diz a farmacêutica bioquímica Maria Ordália Ferro Barbosa, presidenta do 37º Congresso Brasileiro de Análises Clínicas e do 10º Congresso Brasileiro de Citologia Clínica, que começam hoje em Goiânia. No evento, será lançada uma campanha de doação entre os participantes. “Temos 4 mil inscritos. Se um quarto deles aderir, já será excelente”, diz a presidente.
De acordo com a farmacêutica bioquímica, o maior entrave para o aumento do número de doadores é a desinformação. “Em primeiro lugar, as pessoas confundem medula óssea com medula espinhal. Acham que, para doar, têm de tirar um pedaço da coluna, e acabam se assustando”, diz. “Na verdade, a medula óssea é outra coisa. É um tecido líquido, gelatinoso, que fica dentro do osso”, explica. Nesse líquido, também conhecido como tutano, o organismo fabrica os elementos do sangue, como leucócitos, hemácias e plaquetas.

Riscos mínimos

A doação é um procedimento simples, realizado com segurança. O doador recebe anestesia em um centro cirúrgico. Depois, o cirurgião faz punções com agulhas nos ossos posteriores da bacia e aspira a medula. O volume máximo retirado é de 15%, quantidade que se recompõe naturalmente em poucos dias. “Na doação, o que se faz é tirar um pouco das células do sangue, que logo depois volta ao normal. A pessoa pode doar a medula óssea quantas vezes quiser”, esclarece Ana Lúcia Cornacchioni, oncohematologista do Instituto de Tratamento do Câncer Infantil, de São Paulo, e membro do comitê científico da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia. Também não há comprometimentos à saúde do doador — os riscos são os de qualquer procedimento que exige anestesia, como, por exemplo, a extração de um dente. Em média, são necessários apenas sete dias para voltar às atividades normais.
Outra informação praticamente desconhecida é que o fato de uma pessoa se cadastrar no Redome não significa que ela terá, necessariamente, de doar a medula óssea. Quando decide entrar para o banco de dados, o indivíduo deve ir ao hemocentro, onde são coletados entre 5ml e 10ml de sangue. A amostra é analisada do ponto de vista genético e as informações vão para o cadastro de doadores. Todas as vezes em que um novo paciente precisa do material, o Redome verifica a compatibilidade genética, a partir dos dados armazenados. Se for identificado um doador em potencial, este é consultado. Caso desista de doar, ele não é obrigado a se submeter ao procedimento.
“Quando você fala que vai doar, na verdade você não vai ao hemocentro fazer a doação. Na verdade, você vai só se inscrever. Ninguém vai tirar a sua medula óssea”, enfatiza Ana Lúcia Cornacchioni. Ela mesma está no registro brasileiro há 10 anos e nunca houve um paciente compatível para que a médica tivesse a oportunidade de doar a medula óssea.
“O Brasil é um país muito miscigenado, o que dificulta o encontro de um doador compatível. Por isso, quanto mais pessoas se cadastrarem, maior a oportunidade de um paciente se beneficiar”, lembra a oncologista. “Além disso, quanto maior o registro, maior a possibilidade de os bancos internacionais fazerem permutas de material com o Brasil. Se você tem um paciente com ascendência inca ou asteca, por exemplo, é mais difícil achar alguém compatível, pois trata-se de etnias muito restritas. Então, é necessário aumentar as opções de doadores nos bancos mundiais”, diz Ana Lúcia Cornacchioni, que torce para um dia conseguir doar a medula óssea. “Para mim, vai ser uma grande alegria. Ajudar a curar alguém é muito recompensador.”

Emoção

Sempre que conversam sobre o transplante ao qual foi submetida há quase 10 anos, Rita de Lourdes e Ângela Aparecida se emocionam. “Ela me deu a vida de volta”, diz Rita, sobre a irmã mais velha. O sofrimento pelo qual a vítima de mielodisplasia passou é uma amostra das dificuldades enfrentadas por pessoas que sofrem com doenças sanguíneas.
Em 22 de setembro de 2003, Rita sentiu uma fraqueza profunda e não conseguia mais andar. Hospitalizada, fez vários exames, mas a médica que a atendeu disse que não era nada grave. “Ela falou que era só uma anemia. Mas eu tinha vários pontos roxos e vermelhos na pele, além de zumbido no ouvido e sangramentos frequentes. Eu sangrava dia e noite, e também suava muito”, relata. “Procurei outro médico e pedi pelo amor de Deus que me ouvisse. Ele me passou uma biópsia de medula.”
Menos de três meses depois do primeiro sintoma, numa quinta-feira de dezembro, Rita chamou os irmãos e avisou que sua vida estava por um fio. Ambos fizeram os exames de compatibilidade, sendo que o material genético de Ângela Aparecida era o mais próximo. “O médico é uma pessoa maravilhosa, um deus de bondade e sabedoria. Mas ele foi muito claro. Disse que eu teria de passar pela quimioterapia para matar o que restava da minha própria medula óssea e, se sobrevivesse, faria o transplante”, recorda Rita. Mãe de duas crianças que, à época, tinham 4 e 12 anos, ela decidiu passar o ano-novo com a família antes de se submeter às intervenções.
O transplante foi feito em 6 de janeiro em 2004. “Eu tinha uma hemorragia contínua e era muito difícil conseguir colocar o cateter. Só consegui em 28 de janeiro. Foi quase um mês de desespero. Enquanto eu esperava, vi muita gente morrendo. De 15 que fizeram o transplante ao mesmo tempo que eu, só dois sobreviveram. Não é fácil”, conta. No hospital, Rita conheceu a história de pessoas cujos próprios familiares se negaram a doar a medula óssea. “As pessoas têm de saber que, para quem doa, não é perigoso nem dolorido. Minha irmã, por exemplo, estava dirigindo normalmente na mesma semana. Para o doador, é muito simples. Para quem precisa, significa a vida”, resume.

ATMO

http://www.youtube.com/watch?v=Vn5TpyJS35E

9 de mai. de 2010

GRANDE ALEGRIA: O AFONSO JÁ TEM DADOR

Os meus amigos Graça e André Couto estão felizes. O seu filho Afonso já tem um dador de medula óssea que lhe poderá salvar a vida. Estou também muito feliz. Deixo-vos aqui o seu comunicado:

Queridos Amigos,

É com uma enorme confusão de sentimentos que escrevemos esta mensagem.

Graças a Deus, o Afonso já tem dador compatível! É um enorme alívio para nós saber que finalmente o nosso filho vai poder receber a fase final da terapia curativa com maior probabilidade de curar esta maldita doença que decidiu atravessar-se no nosso caminho e no ainda curto percurso de vida do nosso querido Afonso.

Fechamos um ciclo e abrimos um outro ciclo, o ciclo do transplante de medula, de muitos riscos, de muita ansiedade, com um longo período de recuperação, mas também de muita, muita esperança. Esperança de que esta doença nunca, mas NUNCA mais volte e de que o nosso filho venha a ter uma nova vida, que começa agora, na altura em que ele precisamente vai completar sete anos!

Queremos muito agradecer do fundo do nosso coração a todas as pessoas que de uma maneira ou de outra estiveram envolvidas nesta campanha de solidariedade em torno do nosso filho e esperamos sinceramente termos contribuído para que hoje ou amanhã outras vidas possam vir a ser salvas no mundo. Queremos também manifestar o nosso agradecimento profundo a toda a equipa médica e de enfermeiros que permitiram que chegássemos até aqui e a toda a equipa envolvida na busca de um dador compatível.

Este foi um período muito conturbado das nossas vidas, em que crescemos, aprendemos, vivemos muito intensamente cada minuto, e aqui chegados, apenas vos podemos agradecer por terem estado ao nosso lado, por terem divulgado, por terem acarinhado esta causa.

Continuaremos a lutar contra a leucemia e a ajudar todos quantos precisam. Não podemos mais ser indiferentes depois de termos vivido o que vivemos, de termos visto o que vimos, de termos sentido o que sentimos. Por favor, não fiquem indiferentes!


Um grande OBRIGADO a todos!!
Graça e André

Fonte

Projeto auxilia no cadastro de doadores medula óssea


Através do projeto Captação de Doadores de Medula Óssea, do Departamento de Enfermagem (Denf) da Unicentro, estão sendo realizadas campanhas para cadastro de novos doadores de medula óssea em Guarapuava.
Isabella Abreu, docente do Denf e uma das coordenadoras do projeto, destacou que, com intuito de aumentar o número de indivíduos cadastrados como doadores voluntários de medula óssea, o projeto organiza e participa de palestras, campanhas e conscientização de cadastramento de doadores em diferentes segmentos da sociedade.
A professora Isabella contou que desde o início das atividades já foram realizadas campanhas na Unicentro (campi Cedeteg e Santa Cruz), com aproximadamente 140 cadastros, e na Industria Santa Maria, com 144 cadastros. No mês de maio será realizada campanha na Repinho, nos dias 12, 13 e 14.
Atualmente, atuam no projeto dois professores do Departamento de Enfermagem da Unicentro, 12 alunos de Enfermagem e duas alunas voluntárias do curso de Serviço Social.
Outras informações no Denf (com as professoras Isabella ou Vanessa) e no Hemocentro de Guarapuava. Também no site:www.unicentro.br/arquivox/medula.asp

Os olhos de quem precisa de medula óssea estão voltados para Bataguassu

Os olhos de quem precisa de transplante de medula óssea estão todos voltados para a cidade de Bataguassu, na costa leste de Mato Grosso do Sul.

Dezenas de voluntários, coordenados pela prefeitura de Bataguassu, através da Secretaria Municipal de Saúde em parceria com o Grupo Madu Medula, de Presidente Prudente (SP), transformaram o Centro de Eventos 'João Leme' num grande laboratório para cadastrar esses doadores de medula óssea.

"Durante dias fizemos divulgação através de radio, propaganda volante, panfletagem e chamamentos individuais. Graças a Deus deu o resultado esperado", declarou o secretário de Saúde, Dr. Junior.A doação termina as 17 horas. Para se cadastrar é necessário o RG.

TMO

Entre as internações no hospital de Ribeirão Preto e os dias na Casa do Grupo de Apoio aos Transplantados de Medula Óssea foram 14 meses longe, mas nem por isso Mariléia Garcia deixou de estar conectada à região sul do estado. O laptop foi a companhia de Mariléia até no hospital e com o Portal Engeplus aliviou as saudades de casa.

Acompanhou as eleições, a reconstrução da igreja da Próspera e lembra de todas as enchentes que assolaram a região nos últimos anos. “Quando meus pais ligavam, eu comentava os acontecimentos e eles diziam que eu sabia muito mais do que acontecia em Criciúma do que eles. O portal foi meu companheiro e nunca deixei de ter notícias da região”, diz.

Além das horas na internet, a “menina dos olhos dos médicos”, assim chamada pela raridade no transplante entre mãe e filha, destinava o tempo livre ao artesanato. Com Tamires, que ficou acompanhou parte da recuperação da mãe no hospital, montaram um bazar. Uma pintava e a outra bordava até nas madrugadas. “Era para passar o tempo e transformou-se numa renda devido a tantos pedidos”, recorda ela, liberada para um passeio pela primeira vez 100 dias após o transplante.

“A luta foi muito grande. Nos primeiros dias após o transplante contei 10 mortes por rejeição ao meu redor. Foi ai que pediram para eu parar de contabilizar.” Hoje Mariléia continua acompanhando as notícias da cidade online e usa o meio virtual para manter a amizade com quem ficou no hospital.

Seja solidário!

Notícia retirada do Blog sanguemedula.blogspot.com

Inscrevam-se!!!!!!!

Pré-inscrição para dadores de medula óssea

O nosso grupo está a planear uma inscrição de dadores de medula óssea. Para tal ocorrer, como nos foi dito pelo CEDACE, teremos de elaborar uma lista de 100 pessoas, entre os 18 e 45 anos, que estejam dispostas a participar. Por isso, se deseja entrar nesta lista, envie-nos o seu nome completo e contacto para o email sanguemedula@gmail.com. Seja solidário! Inscreva-se!

Atibaia entra na campanha de doação de medula em julho

“Doar medula óssea é um ato de amor”. Esse é o slogan da campanha realizada pelo Hospital de Câncer de Barretos – Fundação Pio XII, em várias regiões do Brasil. Na última terça-feira, dia 4, uma equipe de profissionais do hospital visitou a Câmara Municipal de Atibaia, conversou com a secretária municipal de Saúde, Gorete Pinaffi Heger, e ministrou palestra no plenário do Legislativo sobre a importância da Campanha de Possíveis Doadores de Medula Óssea, que será realizada em Atibaia do dia 27 ao dia 31 de julho. O objetivo é aumentar o cadastro de possíveis doadores no Brasil, hoje com 1,5 milhão - contra 9 milhões nos Estados Unidos.
“O tratamento para pacientes com problemas na medula óssea não está nos laboratórios, nem nas farmácias, pode estar em cada um de nós e essa é a grande dificuldade que as pessoas que têm essa doença enfrentam”, falou ao público a analista de captação de doadores de medula óssea, do Hospital de Câncer de Barretos, Daniele Muriel de Oliveira, que ministrou a palestra. Segundo o Instituto do Câncer, as chances de um paciente encontrar um doador é de um para 100 mil no Brasil.
O problema enfrentado pelos pacientes é que os doadores precisam ter suas características genéticas 99,9% compatíveis com a do receptor, o que torna a probabilidade muito baixa, em especial no Brasil, o país com maior miscigenação do mundo. “O objetivo da campanha é justamente aumentar o cadastro de possíveis doadores. Cada um que conseguimos conquistar para o cadastro é uma esperança a mais de sobrevivência para muitas pessoas. O transplante de medula é a última chance de vida para uma pessoa que já passou por todos os outros tratamentos”, explicou Daniele.
A campanha em Atibaia será realizada em três ou quatro pontos fixos da cidade, sensibilizando e agregando voluntários. A expectativa é que de 8% a 10% da população se cadastre como doador. “É preciso que as pessoas se sensibilizem, se apaixonem pela causa e acreditem que não precisa acontecer com alguém da família para ajudar. Ajudar outras pessoas a ter uma esperança de vida vale muito a pena”, continuou a palestrante. No período que antecede a data da campanha a equipe do hospital estará agendando visitas à cidade para ações de sensibilização e divulgação.
A iniciativa da Campanha de Possíveis Doadores de Medula Óssea é da Ordem Demolay de Atibaia (Capítulo Danilo Edmir Trevisan) – sociedade paramaçônica juvenil –, com o apoio da Câmara Municipal e da Prefeitura. “A Ordem Demolay é responsável por 52% dos cadastros que conquistamos em nossas campanhas”, afirma Daniele.
Na quarta-feira (5) outra palestra foi realizada no Centro Paula Souza – ETEC Carmine Biagio Tundisi, no Jardim Cerejeiras, para os estudantes do curso de Enfermagem, que também poderão se candidatar como voluntários para o trabalho de cadastramento. A palestra foi ministrada pelas enfermeiras Alessandra da Silva Maldonado e Mariana Fabro Mengatro, responsáveis pela captação de doadores do Hospital de Câncer de Barretos.
Os interessados em maiores informações podem visitar o site do hospital no endereço www.hcancerbarretos.com.br.

Saiba mais
A medula óssea é um tecido líquido-gelatinoso que ocupa o interior dos ossos, sendo conhecida popularmente por “tutano”, e onde são produzidos os componentes do sangue - as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas. Enquanto a medula óssea é um tecido líquido que ocupa a cavidade dos ossos, a medula espinhal é formada de tecido nervoso que ocupa o espaço dentro da coluna vertebral e tem como função transmitir os impulsos nervosos, a partir do cérebro, para todo o corpo. O transplante de medula óssea é um tipo de tratamento proposto para algumas doenças que afetam as células do sangue, como leucemia e linfoma.
O transplante consiste na substituição de uma medula óssea doente, ou deficitária, por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma nova medula saudável. O transplante pode ser autogênico, quando a medula vem do próprio paciente. No transplante alogênico, a medula vem de um doador. O transplante também pode ser feito a partir de células precursoras de medula óssea, obtidas do sangue circulante de um doador ou do sangue de cordão umbilical.
Segundo o Instituto do Câncer, mil pessoas no Brasil procuram o transplante de medula óssea no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea. Para se tornar uma doadora, qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde pode se candidatar. A medula é retirada de ossos da bacia, por meio de punções, e se recompõe em apenas 15 dias. Os doadores preenchem um formulário com dados pessoais e é coletada uma amostra de sangue com 5ml para testes. Estes testes determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente. Os dados pessoais e os resultados dos testes são armazenados em um sistema informatizado, que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante.
Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para realizar a doação.

Fonte

Doação de medula óssea (Ijuí)

A Associação de Apoio a Pessoas com Câncer (AAPECAN) tem campanha de doação de medula óssea no dia 22, em Ijuí.

Criada pelo médico Paulo da Siqueira Vasques, em Caxias do Sul, a Associação possui escritórios em 12 municípios gaúchos, atendendo, atualmente, cerca de 1.400 portadores de câncer. A entidade fornece auxílio material, médico é até jurídico, já que é comum os portadores de câncer terem de recorrer ao Poder Judiciário para manterem seu tratamento, muitas vezes fora do alcance financeiro do portador.

A campanha foi divulgada esta semana, em Panambi, pelo assessor de comunicação, da AAPECAN, Paulo Vilson Marques, de Santa Maria, e pela assistente social Giovana Copatti, do escritório de Ijuí.

INFORMAÇÃO
A Associação também vem distribuindo o folheto “Seja um doador voluntário de medula óssea”, com informações sobre o que é a medula óssea, quais os tipos de transplante e, também com depoimentos de pessoas que puderam, através do recebimento de medula, retomar sua vida normal. O folheto é uma iniciativa da Comissão Permanente de Participação Legislativa Popular, da Assembléia Legislativa, presidida pelo deputado Jerônimo Goergen.

Paulo e Giovana esclarecem que, na campanha do dia 22, na Praça da República (Ijuí), o doador irá preencher um termo de consentimento e terá retirado 5 mililitros (ml) de sangue, para tipagem HLA (características genéticas essenciais para a seleção de um doador). Os únicos documentos que o doador em potencial deve levar consigo são RG e CPF. Os doadores devem ter entre 18 e 55 anos de idade.

“Asa Morena” cadastra 180 novos doadores de medula óssea

A Ong “Asa Morena – em nome da vida” cadastrou, nesta quarta-feira (28), com a supervisão técnica do Hemonúcleo Regional de Sorocaba, 180 novos possíveis doadores de medula óssea na Veris Faculdade.
O evento fez parte do trote solidário da instituição e sensibilizou estudantes, professores e funcionários.
Qualquer pessoa com boa saúde e idade entre 18 e 55 anos pode se cadastrar.
No ato do cadastramento, o voluntário tem coletados 5 ml de sangue, que serão usados para um exame específico, que vai indicar a compatibilidade do possível doador com o futuro paciente.
Vale ressaltar que o cadastramento também pode ser feito de segunda a sábado, no Hemonúcleo Regional de Sorocaba, das 7h30 às 12h30.

Campanha para Recolha de Medula no dia 12

A Câmara de Lousada associa-se ao Centro de Histocompatibilidade do Norte (CEDACE) na recolha de medula óssea.

Esta iniciativa vai decorrer na próxima quarta-feira, dia 12, no Espaço AJE, entre as 10h00 e as 16h00. São necessários alguns requisitos para ser dador de medula óssea: ter entre 18 e 45 anos, ser saudável, ter peso mínimo de 50 quilos e nunca ter recebido transfusão sanguínea.

A Vereadora da Saúde, Cristina Moreira, salienta que "a autarquia associa-se a esta iniciativa pela importância dos actos de solidariedade entre as pessoas. O objectivo principal desta iniciativa é que tenhamos a possibilidade de salvar a vida de alguém".

As pessoas que pretendam colaborar nesta iniciativa têm apenas de se sujeitar a uma colheita de sangue. Posteriormente, se for identificado um doente com compatibilidade, o dador pode ser chamado para efectuar testes mais específicos, de modo a que seja feita a colheita de medula óssea.

Fonte

Clube de Aventureiros realiza campanha “Vida por Vidas” no Ironbound

O Clube de Aventureiros & Desbravadores de Newark, New Jersey, estão trazendo à comunidade do bairro do Ironbound o programa “Vida por Vidas” pela segunda vez. Devido ao sucesso do projeto no ano passado, os Clubes se juntaram e aumentaram forças para salvarem mais vidas através da doação de sangue e medula óssea.

O programa acontecerá em 8 de maio, sábado, e terá início às 10 da manhã com uma passeata de conscientização dos perigos do álcool, cigarro e drogas e se estenderá até às 4pm, na 31 Merchant St. Durante a realização da campanha, haverá doação de sangue e retirada de amostras para doação de medula óssea, além de outros exames gratuitos como: mamografia, prevenção ao câncer cervical (papanicolau), pressão arterial, teste de função pulmonar, teste de dosagem de glicose. Tudo isso em meio às atrações para toda a família: pintura de rosto para crianças, show de fantoches e bonecos vivos, shows musicais e muito mais.

Todas as pessoas estão convidadas a participarem através da doação de sangue e/ou amostra de medula óssea. Você poderá estar salvando uma vida.

Quem poderá doar sangue:

- O doador deverá ter pelo menos 16 anos de idade (com esta idade o pai ou o representante legal deve estar presente para autorizar a doação);

- Um peso mínimo de 110 libras, e não haver doado sangue nos últimos 56 dias;

- A maioria dos diabéticos pode doar sangue;

- Pessoas com até 76 anos de idade podem doar sangue se tiverem uma boa saúde e apresentar uma nota do médico;

- É necessária uma identificação governamental, ou seja, passaporte ou carteira de motorista;

- Deve estar bem alimentado.

Quem não pode doar sangue:

- Se estiver resfriado com dor de garganta;

- Se viajou a algum lugar do mundo que tenha malária;

- Se usar “piercing”, poderá doar 12 meses após o procedimento;

- Tatuagem, se foi feita em NJ não precisa esperar, mas se foi feita em outro estado, somente 12 meses após o procedimento;

- Se tiver sífilis ou gonorréia, somente 12 meses após o tratamento;

- Certos tipos de câncer;

- Ter mantido relações sexuais com alguém que tenha hepatite viral;

- Se for homem e manteve relação sexual com outro homem desde 1977;

- Se for homem ou mulher e manteve relação sexual por dinheiro deste 1977;

- Se usou drogas ilegais com agulha, mesmo que tenha sido apenas uma vez;

- Se tiver hepatite viral;

- Se teve Doença de Chagas;

- Quem recebeu transplante de córnea.

Quem poderá doar a Medula Ossea:

- Quem tiver idade entre 18 a 60 anos;

- E necessário ter um ID governamental, ou seja, passaporte ou carteira de motorista;

Quen não poderá doar a Medula Ossea:

- Quem teve ou tem:

• Diabéticos;

• HIV ou pertence ao grupo de risco;

• Hepatite;

• Todas as formas de doenças coronárias ou câncer;

• Doença pulmonar crônica;

• Se fez cirurgia recente nas costas ou tem problema severo nas costas;

• Doenças como: Lupus, artite reumática, esclerose múltipla;

• órgão ou medula transplantada;

• É obeso.

Não perca a oportunidade de salvar uma vida! Não falta sangue! Faltam pessoas! Falta você! Participe! Para mais informações, ligar para: (862) 234-1665 ou (201) 349-4895, com Itamar ou Carla.

Fonte

Caxias sedia evento para cadastramento de doadores de medula óssea

A Prefeitura de Duque de Caxias, o Hemorio e o Consórcio Intermunicipal de Saúde da Baixada Fluminense (Cisbaf) realizaram nesta quarta-feira o primeiro grande evento para cadastrar doadores de medula óssea da Baixada. O evento ocorreu na Biblioteca Municipal Leonel de Moura Brizola, localizada na Praça do Pacificador, no Centro de Caxias. Ao todo foram recolhidas cerca de 400 amostras de sangue para a identificação de características genéticas e cadastramento na lista de doadores do Hemorio.

O transplante de medula óssea é o único tratamento para certos casos de leucemia, uma doença cuja maior característica é o aumento anormal do número de glóbulos brancos na medula, a tal ponto que pode impedir a produção de sangue no paciente e levá-lo à morte.

De acordo com Regina Lacerda, responsável pelo projeto de cadastro externo de doadores de medula óssea do Hemorio, a equipe se mostrou satisfeita com a ação.

- É importante termos uma boa amostragem de doadores da Baixada Fluminense, uma região com mais de 3,5 milhões de habitantes. As chances de um paciente que precisa de transplante encontrar um doador compatível é de uma em 100 mil. Quanto mais doadores existirem da região onde ele nasceu, maiores são as chances de encontrar uma medula compatível. Vamos agora fazer ações semelhantes em outros municípios da região - disse Regina.

Fonte

Começa hoje campanha de cadastramento para doação de medula óssea

Começou hoje (quinta-feira, 6), e prossegue até o domingo (9), a campanha de cadastramento para doação de medula óssea em Alta Floresta/Rondônia. O objetivo é cadastrar possíveis doadores para integrar a Redome (Rede de Doadores de Medula).

A campanha tem a intenção de auxiliar a Redome a cadastrar um grande número de possíveis doadores, com o objetivo final de salvar vidas.

Ontem a Secretaria Municipal de Saúde, através de agentes do PACs e demais servidores da pasta, em parceria com vereadores e lideranças do município, realizaram um pitstop para divulgar e orientar a população local. Na manhã de ontem (quarta-feira, 5), foi a vez de realizar uma carreata que percorreu as principais ruas e avenidas da cidade.

Para se cadastrar como doador voluntário de medula óssea, a pessoa precisa ter entre 18 e 55 anos e comparecer com a carteira de identidade. O cadastro consiste no preenchimento de uma ficha de identificação e na coleta de um exame de sangue para o teste de compatibilidade (tipagem HLA). É preciso ainda estar bem alimentado. A seguir, os dados do voluntário juntamente com o resultado dos exames são encaminhados para o Redome e ficam a espera de um paciente compatível.
O vereador Manoel da Saúde (PDT), conhecedor do assunto, confirmou os locais onde serão realizados os atendimentos para o cadastramento durante a campanha.

De acordo com o parlamentar, nos dias 6 e 7 de maio, os locais de coleta serão: supermercados – América, Paula e Portus; e postos de saúde: Leonildo Vaz de Lima e Jorge Teixeira. No dia 8, último dia da campanha, serão os seguintes pontos: supermercados – América, Paula e Portus; e postos de saúde: Leonildo Vaz de Lima e Jorge Teixeira; Asberon, Escola JK, Hospital Municipal e Igreja Santo Antônio. Já no domingo, a campanha será realizada na Igreja Nossa Senhora da Penha, durante a festa em comemoração ao dia das mães.

Para Daniel Deina, prefeito de Alta Floresta, ao aderir a campanha, a população estará colaborando não só com as pessoas que saem do município para o Hospital do Câncer em Barretos (SP), onde buscam tratamento, como para as pessoas do mundo todo, num gesto que pode salvar uma ou mais vidas.

Sobre a medula óssea
Muitas pessoas necessitam de transplante de medula óssea e a chance de compatibilidade de sangue é de um para 100 mil. A medula óssea é o tecido encontrado no interior dos ossos, também conhecido popularmente por “tutano”, que tem a função de produzir as células sanguíneas: glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e plaquetas. O Transplante de Medula Óssea é indicado principalmente para o tratamento de doenças do tipo hematológicas, onco-hematológicas, imunodeficiências, doenças genéticas hereditárias, alguns tumores sólidos e doenças autoimunes.

Fonte

Campanha de recolha de medula óssea em Tomar

Tem lugar no domingo, 23 de Maio, junto ao Parque de Campismo de Tomar, uma campanha de recolha de medula óssea que conta com a colaboração de diversas instituições entre as quais, a Clínica Tomar Saúde, a Liga dos Amigos dos Bombeiros de Tomar e a Associação Outonos da Vida.

O objectivo da iniciativa passa por encontrar dadores que sejam compatíveis com Teresa (15 anos), Afonso (6 anos) e Catarina (5 meses), uma vez que estes necessitam de receber uma transfusão de medula óssea para que possam melhorar o seu estado de saúde.

A campanha é dirigida a pessoas que tenham entre 18 e 45 anos e consiste na doação de 12ml de sangue. Os interessados podem ainda levantar um inquérito na PSP, Bombeiros, no Departamento de Cultura da Câmara Municipal de Tomar (Casa dos Cubos) ou na Clínica Tomar Saúde, para se registar como dador.


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Engenheiro alagoano precisa urgente de transplante de medula

O alagoano Sérgio Porangaba, engenheiro mecânico de 36 anos, precisa urgente de um transplante de medula óssea. Sérgio, que atualmente reside em João Pessoa (PB), foi diagnosticado em 2002 como portador de Anemia Aplástica, doença que atinge a medula óssea.

Desde então, vários tratamentos foram realizados e hoje ele precisa receber transfusões de sangue semanalmente. Como todos os tratamentos possíveis já foram esgotados, a chance de cura agora está em um transplante de medula.

A família de Sérgio já fez o teste de compatibilidade e também buscou uma medula compatível no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), ainda sem sucesso. A busca agora é sensibilizar as pessoas para aumentar a quantidade de doadores registrados, pois quanto mais gente cadastrada, maior a probabilidade de encontrar uma medula compatível.

A doação de medula é um procedimento simples. O voluntário, que deve ter boa saúde e idade entre 18 e 55 anos, pode se dirigir ao Hemoal, no bairro do Trapiche. Antes do procedimento, ele preenche um formulário e é coletado apenas 5ml de sangue, que será utilizado para descobrir o código genético.

Os dados são remetidos para o Redome, no Rio de Janeiro e, caso seja encontrado algum paciente compatível, o voluntário é convocado para se submeter a exames que irão comprovar a compatibilidade com o receptor.

Transplante

O transplante de medula óssea é a única esperança de cura para alguns portadores de doenças que afetam o sangue. O doador não precisa mudar seus hábitos, trabalho ou alimentação. A doação é feita sob anestesia e não causa qualquer comprometimento à saúde do doador.

RBS TV realiza reportagem sobre campanha de medula óssea

A importância da doação de sangue para medula óssea. Essa foi a reportagem de capa da RBS TV Caxias que entrevistou doadores voluntários de medula óssea e também falou da intensificada campanha pelo jovem Bruno Basso, cadastrado na AAPECAN de Bento Gonçalves e que está precisando urgente de uma doação de medula para continuar a viver.
A reportagem ainda entrevistou a diretora regional do Hemocs, Márcia Leite.

5 de mai. de 2010

Hemorio cadastra doadores de medula óssea em Duque de Caxias


Saiba onde e como se tornar um doador.
Transplante é indicado para casos de leucemias, linfomas e anemias.


A prefeitura de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, o Hemorio e o Consórcio Intermunicipal de Saúde da Baixada fazem nesta quarta-feira (5) o primeiro grande cadastro de doadores de medula óssea. Quem estiver interessado em participar deve ir entre 9h e 15h à Praça do Pacificador, no Centro do município.

Veja mais informações sobre o transplante de medula óssea no site do Hemorio

Segundo a prefeitura de Caxias, serão recolhidas apenas uma pequena amostra de sangue dos doadores para identificar as características genéticas. O candidato tem que ter entre 18 e 55 anos incompletos, estar bem de saúde e levar um documento com foto, como carteira de identidade, motorista ou profissional.

O transplante de medula óssea é um tratamento indicado para pessoas com leucemias, linfomas e alguns tipos de anemias. Para se tornar um doador é preciso procurar o hemocentro da cidade, onde será coletada uma pequena quantidade de sangue (5 ml) e preenchido um formulário com dados cadastrais.

Se for verificada compatibilidade com algum paciente, o doador é, então, convocado para fazer testes confirmatórios e realizar a doação. Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível é, em média, de uma em cem mil.

Veja abaixo algumas informações importantes para se tornar um doador de medula óssea, de acordo com o Hemorio:

O que é?
A medula óssea é o tecido que produz as células do sangue. Fica numa parte conhecida popularmente como "tutano do osso".

Quem precisa do transplante?
Pacientes com leucemias, aplasia de medula, linfomas, mieloma e outras doenças necessitam de um tratamento especial, denominado transplante de medula óssea.

O que fazer para ser um doador?
O voluntário precisa ter entre 18 e 55 anos e estar em bom estado de saúde. Depois, basta colher um simples exame de sangue para tipagem. O sangue será tipado, que é um teste de laboratório para identificar sua tipagem HLA. A tipagem HLA será cadastrada no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea. Quando aparecer um paciente com uma medula compatível com a sua, o doador será chamado. Novos testes sanguíneos serão necessários para a confirmação da compatibilidade Se a compatibilidade for confirmada, o doador será consultado para decidir a doação.

O doador ficará cadastrado em um Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME) e poderá ser chamado para a doação da medula óssea, quando seu Sistema HLA for compatível com o sistema HLA do paciente que necessita do transplante.


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Campanha cadastrará doadores

Os alunos do curso de Enfermagem da Facex - Faculdade de Ciências, Cultura e Extensão do RN, localizada na Rua Orlando Silva, 2897 Capim Macio - Natal/RN, vão promover hoje, das 14h às 22h, uma Campanha de Cadastramento de Doadores de Medula Óssea, com a participação do Hemovida e com o apoio da Hatmo - Humanização e Apoio ao Transplantado de Medula Óssea do Rio Grande do Norte.

A Hatmo RN – Humanização e Apoio ao Transplantado de Medula Óssea do RN é constituída por pacientes que necessitam de transplante de medula óssea, seus familiares e voluntários de diversos setores.

Rosali Batista Ramalho Cortez, presidente da entidade explica “temos como missão apoiar os pacientes encaminhados para transplante, desde o diagnóstico inicial até a finalização do seu tratamento, bem como seus familiares e Centros de Transplantes de Medula Óssea do RN”, disse.

A instituição oferece apoio emocional e social, desenvolvendo políticas públicas e projetos que tragam benefícios aos pacientes em tratamento e realizando Campanhas para Cadastro de Doadores Voluntários de Medula Óssea no REDOME (Rede Nacional de Doadores de Medula Óssea).

A Hatmo direciona suas ações no sentido de levar humanização através de visitas hospitalares, visitas domiciliares e musicoterapia. Para isso são realizados encontros semanais, que promovem a integração e trocas de experiência em diversas áreas. “Nesses encontros, buscamos sempre meios para capacitação dos voluntários e cuidadores. Assim podemos ajudar da melhor forma possível aos nossos usuários”, disse a presidente.

Outro trabalho desenvolvido pela entidade é a busca de doadores voluntários mais comprometidos e informados a respeito da doação de medula óssea.

O Redome (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea), já responde por 60% dos doadores encontrados e em 2010 alcançou a marca de um milhão e 400 mil doadores cadastrados. Apesar de crescente, este número ainda é insuficiente para atender a todos os pacientes que precisam de transplante principalmente pelo fato de a probabilidade de se achar um doador compatível dentro do Brasil ser de um em cem mil.

Semana Impacto Esperança

Mega Semana de Projetos Comunitários de 08 a 15 de maio em Belém.

Segunda(10/05) e Terça(11/05) • Doação de Sangue e Medula Óssea - Dois dias reservados exclusivamente para funcionários e servidores da UNB. ABA, HAB, EA e FAAMA.

Vamos Ajudar a Maria Inês

O CH do Norte mostrou disponibilidade para, no mês de Junho, efectuar a brigada de colheita de sangue para angariação de possíveis dadores de medula óssea para a Maria Inês, havendo por isso a necessidade de enviar os inquéritos de inscrição dos dadores (podem ser impressos na Internet) já preenchidos para se elaborar a logística e efectuar a marcação da data referente a brigada.

www.chnorte.min-saude.pt
http://www.chnorte.min-saude.pt/files/inscricao.pdf

Podem preencher e enviar por e-mail para:
ema_gomes@hotmail.com
Por fax: 256575232
Por correio/Pessoalmente:
Hotel Meia Lua
Rua Engº Adelino Amaro da Costa nº 50
3880-214 Ovar

Palestra técnica sobre doação de medula óssea acontecerá no período da manhã

A palestra técnica que estava agendada para às 19h de quarta-feira (5), no plenário da Câmara Municipal, foi antecipada para o período da manhã e será realizada no Centro Paula Souza – ETEC Carmine Biagio Tundisi, no Jardim Cerejeiras e será direcionada para os estudantes do curso de Enfermagem.

A mudança aconteceu em decorrência da agenda apertada da equipe do Hospital de Câncer de Barretos, que organiza a campanha em Atibaia em parceria com a Ordem Demolay de Atibaia (Capítulo Danilo Edmir Trevisan) – sociedade paramaçônica juvenil.

A palestra voltada aos estudantes será ministrada pelas enfermeiras Alessandra da Silva Maldonado e Mariana Fabro Mengatro, responsáveis pela captação de doadores do hospital.

A Campanha de Possíveis Doadores de Medula Óssea conta com o apoio da Câmara Municipal de Atibaia e da Prefeitura.

A primeira palestra sobre o tema aconteceu às 19h desta terça-feira no plenário do Legislativo e foi ministrada pela analista de captação de doadores de medula óssea do Hospital de Câncer de Barretos, Daniele Muriel de Oliveira.


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Monção foi solidário na doação de medula óssea

No dia 20 de Abril decorreu na Escola Secundária de Monção uma campanha para inscrição de dadores de medula óssea. A comunidade educativa aderiu em massa. Inscreveram-se 101 novos dadores, o que revela uma comunidade muito solidária com um dos problemas graves da nossa sociedade.

Medula óssea representava metade das colheitas de órgãos em Portugal em 2008 - relatório

Lisboa, 27 abr (Lusa) - As colheitas de medula óssea representavam em 2008 mais de metade do total das colheitas de órgãos em Portugal, quando no ano anterior representavam apenas 2,9 por cento, segundo um relatório oficial.


O relatório "Centros de Saúde e Hospitais - Recursos e Produção do Serviço Nacional de Saúde (SNS)" relativo a 2008 foi concluído este mês pela Direção-geral da Saúde (DGS).

No que respeita à colheita de órgãos, a medula óssea registou um grande crescimento, com 1902 colheitas, o que representa 56,3 por cento do total.


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Ação cadastra futuros doadores de medula óssea. (Novo Hamburgo)

Segundo organizador, intenção é fazer campanhas mensais para atingir 12 mil pessoas.

Novo Hamburgo - No sábado, a ONG Galera da Medula esteve na Associação de Moradores do Residencial Mundo Novo, em Canudos, cadastrando doadores de medula óssea. A intenção era tentar conseguir um doador para o hamburguense Marcos Paulo Bergamin, 7 anos, que acabou falecendo na quinta-feira, vítima de leucemia. Mas o pai do menino , Paulo Bergamin, pediu para que a ação fosse mantida. "Vamos fazer campanhas mensais para atingir 12 mil pessoas", conta o coordenador geral da campanha, Moisés Fernando da Silva.

Cadastro de doador de medula óssea poderá ser feito na Facens

A Campanha de Doação de Medula Óssea, parceria da Faculdade de Engenharia de Sorocaba com a “ONG Asa Morena – em nome da vida”, tem mais um ponto de parada obrigatória para os alunos.

Serão ministradas palestras informativas, dentro das salas de aulas, entre os dias 10 e 14 de maio. O cadastro de doadores poderá ser feito no dia 19 de maio, das 18h às 23h, nas salas P11 e P12, da Faculdade de Engenharia de Sorocaba.

A ideia da campanha surgiu com as dúvidas relacionadas a esse tipo de doação, ainda desconhecida por boa parte do público com potencial para ser doador. A ONG esteve na Faculdade na Semana do Calouro 2010, que foi realizada em fevereiro, para dar início às ações desta campanha.


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Palestra abre preparativos para campanha de doação de medula óssea em Atibaia

A Câmara Municipal abre nesta terça-feira (4) o ciclo de palestras sobre a importância da doação de medula óssea, cujo objetivo é dar início à campanha na cidade. A palestrante será a voluntária Daniele Moriel de Oliveira, do Hospital de Câncer de Barretos (Fundação Pio XII), que falará sobre a campanha desenvolvida naquela cidade. O evento acontecerá a partir das 19h no plenário do Poder Legislativo e a palestra é aberta ao público.

Na quarta-feira (5), a segunda palestra acontece também na Câmara e no mesmo horário. Na ocasião a enfermeira Alessandra da Silva Maldonado, também do HC de Barretos fará uma explanação técnica aos voluntários da área de Enfermagem e que desejam participar da campanha.

Brasil

Segundo dados atualizados do Registro de Doadores de Medula Óssea, no Brasil existem pelo menos mil pessoas aguardando o transplante. Embora apenas 5 mililitros de sangue sejam suficientes para testar a compatibilidade entre o doador e o paciente, a chance é muito rara: em média uma em 100 mil.

Daí a importância de ser um doador; quanto maior o cadastro, maiores as chances de se encontrar um medula compatível.

Todas essas informações serão repassadas à comunidade durante as palestras que tem início nesta terça-feira em Atibaia. O objetivo é sensibilizar a população e aumentar o cadastro, atualmente formado por 1,5 milhão de voluntários no país, número considerado pequeno em relação a outras nações.


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4 de mai. de 2010

Dia Estadual do Cadastro de Doador de Medula Óssea é instituído em Goiás

Foi sancionada pelo governador Alcides Rodrigues (PP) e publicada no "Diário Oficial", na sexta-feira, 23, a Lei nº.16.966, que institui o Dia Estadual do Cadastro de Doador de Medula Óssea. Segundo a Lei, a data fica instituída anualmente no dia 6 de outubro, e visa oficializar um calendário que se torne março e sirva de fomento à solidariedade das pessoas, estimulando-as a efetuar o cadastro de doadores.

De acordo com a justificativa apresentada pelo autor da Lei, o deputado estadual Padre Ferreira (PSDB), "a doação de medula óssea é um gesto de solidariedade e de amor ao próximo". Com a implantação da data, o parlamentar espera promover a divulgação da importância dos cadastros para doações, e, assim, conseguir mais adesões, pois quanto maior o número de cadastrados, maior a chance de haver um doador compatível com as centenas de doentes que esperam por uma medula óssea.

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), qualquer pessoa entre 18 e 55 anos, com boa saúde, pode doar medula óssea. O processo se dá com a retirada de sangue do interior de ossos da bacia, por meio de punções. A medula se recompõe em apenas 15 dias.


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